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Debêntures brasileiras fazem sucesso no mercado. Veja como sua empresa pode captar recursos com emissão de dívidas

Momento é oportuno para captações no mercado de capitais, mas próximos meses podem ser marcados por maior volatilidade

O início do ano de 2018 tem sido marcado pelo forte movimento de captações das empresas nos mercados de capitais. As debêntures, que historicamente são o instrumento mais popular de captação para empresas no mercado de capitais, responderam por 42 operações no primeiro trimestre deste ano, levantando recursos na ordem de R$ 21,3 bilhões. Um ano antes, o número de operações era semelhante, mas o volume financeiro era bastante inferior: R$ 12,1 bilhões.

Até mesmo as emissões no cenário internacional chamam atenção neste ano. Empresas que nunca acessaram esses mercados, como Natura e Rede D’Or, foram ao exterior para captar recursos. A companhia de cosméticos, por exemplo, reforçou o caixa em mais de US$ 1 bilhão em janeiro para pagar dívidas mais caras, especialmente aquelas proveniente de linhas de crédito bilaterais utilizadas para financiar a aquisição da The Body Shop, anunciada no ano passado.

Uma conjuntura de fatores explica esse movimento. No cenário interno, o fim da recessão econômica no ano passado, mesclado com o período de taxas de juros nos menores níveis da história brasileira, oferece um importante incentivo para as companhias buscarem crédito barato no mercado. Do ponto de vista externo, o risco-país em níveis baixos também contribui para as captações.

O mercado de dívidas, no entanto, é altamente dependente de janelas de oportunidade. Por isso, especialmente os tesoureiros corporativos, devem se manter atentos para possíveis transformações nos próximos meses. A disparada recente do dólar ante o real, ocasionada pelas apostas de um aperto monetário mais rápido nos EUA neste ano, e um possível acréscimo adicional do risco-país em decorrência das eleições presidenciais de outubro, podem alterar as premissas e fechar a atual janela de oportunidade, especialmente aos olhos dos estrangeiros.

Ao mesmo tempo, estratégias específicas com linhas de crédito internacionais podem surgir como boas alternativas em momentos de desvalorização do real e maior estresse nos mercados, permitindo até mesmo conduzir operações que podem ficar com custos abaixo do CDI para as empresas brasileiras.

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