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Quero uma assessoria especializada para meus investimentos: o que preciso saber?

Quanto devo ter em aplicações e qual o custo de um serviço personalizado são as principais dúvidas

Nos últimos anos, centenas de milhares de brasileiros deixaram de investir por meio dos gerentes de grandes bancos e passaram a buscar instituições financeiras especializadas e independentes para cuidar das suas vidas financeiras. Apesar dos avanços recentes, esse ainda é um movimento tímido quando comparado aos mercados desenvolvidos, onde a maioria dos investimentos é feito fora dos grandes bancos.

Com plataformas de produtos muito mais amplas e acompanhamento de profissionais especializados em investimentos, a possibilidade de ganhos fora dos grandes bancos é muito maior. Para entender por que milhões de brasileiros continuam investindo por meio dos bancos, o InfoMoney buscou a Monte Bravo, um dos maiores escritórios de investimentos do Brasil e com mais de R$ 2 bilhões sob custódia, para entender quais são as maiores dúvidas de quem ainda não migrou para o novo modelo de investimento.

Os sócios-fundadores da Monte Bravo, Pier Mattei e Filipe Portella, declaram que buscar uma assessoria profissional é fundamental para quem deseja cuidar melhor do seu patrimônio e da sua família. “Todo mundo precisa de um assessor de investimentos, e quem já se deu conta disso consegue perceber a grande diferença que um acompanhamento especializado faz”, diz Mattei.

Se você quer conhecer esse novo modelo de investimento, experimente a assessoria especializada da Monte Bravo.

Confira, abaixo, as 6 maiores dúvidas de quem ainda não migrou para um escritório de assessoria de investimentos.

Contar com um escritório de assessoria de investimentos é apenas para investidores com muitos recursos?

No Brasil, ainda é muito comum a visão de que investir é uma atividade restrita para multimilionários. Por conta disso, muitos brasileiros deixam seus recursos investidos em aplicações de baixa rentabilidade – como a poupança-, ou até mesmo parados na conta corrente. Pela falta de acompanhamento especializado, não é difícil encontrar exemplos de quem investiu em fundos de previdência ou adquiriu seguros sem um planejamento adequado.

Escritórios de investimentos como a Monte Bravo têm equipes de assessores com ampla experiência, e carregam os mais elevados níveis de certificações no tema. No escritório fundado por Mattei e Portella, existem diferentes planos de relacionamento para atender cada perfil de cliente. Investidores com aplicações a partir de R$ 300 mil já contam com um atendimento próximo e personalizado. No Private Banking de grandes bancos, por outro lado, apenas investidores com recursos acima de R$ 5 milhões ou R$ 10 milhões contam com um atendimento deste nível.

Quais são os custos para contar com uma assessoria de investimentos?

Além de não ser necessário dispor de grandes fortunas para estar bem assessorado, outra notícia muito boa é o custo: toda esta assessoria tem CUSTO ZERO.  Assim como abrir conta em uma instituição como a XP, contar com a assessoria de um escritório de investimentos não envolve custo ou tarifa alguma.

“É muito comum o cliente nos questionar: mas e se e eu abrir minha conta direto na corretora, não é melhor por não ter custos? O custo é zero da mesma forma e os produtos são exatamente os mesmos. O que muda é a assessoria e o acompanhamento que o cliente passa a ter”, esclarece o sócio da Monte Bravo, Filipe Portella.

monte_bravo*Da esq. para a dir.: Felipe Mahler, Filipe Portella e Pier Mattei

Qual o diferencial do atendimento de uma assessoria de investimentos?

Tem sido cada vez mais comum o surgimento de plataformas digitais de investimentos, inclusive nos grandes bancos, mas muitas vezes o atendimento, além de digital, também é impessoal. Na assessoria de investimentos dos escritórios, o cenário é bastante diferente: embora a plataforma seja digital, o atendimento é próximo, pessoal e personalizado

Antes mesmo de abrir a conta, os assessores se reúnem com os clientes para compreender os seus objetivos e entender como melhorar a rentabilidade dos seus recursos. “Todo cliente conta com a figura de um assessor, capacitado e preparado para entender as suas necessidades e auxiliá-lo na escolha e montagem da sua carteira de investimentos. Além disso, o cliente tem à sua disposição áreas específicas como a mesa de renda variável e derivativos, bem como especialistas em produtos como renda fixa e fundos”, complementa Portella. Os escritórios também têm criado unidades de planejamento patrimonial, abordando temas que vão muito além de investimentos, como soluções personalizadas de proteção e sucessão familiar e empresarial.

Uma vez que o cliente tem a carteira montada, o trabalho é de acompanhamento e revisão. E para manter essa proximidade com sua base de clientes, a Monte Bravo abriu unidades em sete cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Caxias do Sul e Santa Maria. “O cliente não quer apenas conversar por telefone, ele precisa ter alguém próximo e disponível sempre que precisar”, explica Mattei.

Qual a diferença do gerente para um assessor de investimentos?

Embora o gerente do banco historicamente seja visto como uma figura preparada para recomendar investimentos, essa imagem não tem respaldo na realidade. Isso acontece porque o gerente não cuida apenas dos investimentos: ele deve gerenciar toda a conta corrente dos clientes dos bancos, tornando-se um generalista no assunto. Ainda é importante lembrar que esse profissional carrega metas agressivas a bater, definidas de cima para baixo e que dificilmente priorizam a rentabilidade do patrimônio dos clientes.

O assessor é diferente porque é um profissional 100% especializado em investimentos. Os escritórios têm estruturas muito mais enxutas do que os bancos e costumam funcionar no modelo de partnership, em que os próprios assessores são os sócios do negócio. Em outras palavras, o cliente é atendido pelo dono. Além disso, não há metas ou preferências comerciais na hora de sugerir alguma aplicação. “Aqui o foco é no cliente. É ele que, na prática, é o nosso empregador. Todo final do mês é para ele que prestamos contas”, brinca Mattei.

Há diferenças na plataforma de produtos?

Os investidores podem escolher entre plataformas abertas ou fechadas de produtos. Nas plataformas abertas, são distribuídos investimentos de dezenas de instituições, enquanto nas plataformas fechadas as alternativas são limitadas aos produtos da própria instituição financeira.

Alguns bancos têm começado a oferecer plataformas abertas, mas a prateleira de produtos ainda é limitada quando comparada às demais alternativas do mercado. Na XP Investimentos, instituição com a maior rede de escritórios do Brasil e que tem a Monte Bravo como um de seus maiores representantes, traz mais de 200 fundos com alguns dos principais nomes da gestão no mercado, como Adam Capital, Verde Asset, BTG Pactual, SPX e Constellation.

Assim como acontece com os fundos, também em renda fixa o leque de alternativas é muito maior, trazendo produtos que dificilmente os pequenos investidores conseguem acessar nos grandes bancos. E as rentabilidades também são muito maiores: enquanto nos bancos os CDBs dificilmente superam a barreira dos 90% do CDI, na assessoria de investimentos os ganhos podem ser maiores que 120% do CDI – e sem aumentar os riscos, uma vez que o produto conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para o limite de R$ 250 mil por CPF e por emissor, limitado a R$ 1 milhão por investidor.

Os escritórios também podem oferecer modalidades de investimento que ainda são muito tímidas nos bancos, como os COEs (Certificados de Operações Estruturadas). Esse é um produto muito comum em mercados mais desenvolvidos, como Europa e EUA. Os COEs trazem a possibilidade de investimento na modalidade de capital protegido, que tem como principal característica mesclar a proteção da renda fixa com a possibilidade de ganhos similares aos da renda variável – no atual cenário de juros baixos, essa é uma alternativa que tem sido cada vez mais demandada. “Este instrumento veio para ficar: para quem deseja ter mais retorno e ao mesmo tempo ter proteção, é o produto perfeito. Pensando nisso, contamos com uma especialista nesta modalidade para auxiliar nossos clientes no momento de escolher o melhor produto”, enfatiza Pier Mattei.

É mais arriscado investir com um escritório de investimentos?

Quem investe tem uma grande preocupação com relação à segurança do seu dinheiro, mas a maioria dos riscos independem se o investimento é feito no banco ou via um escritório de investimentos. “O risco no mercado está mais associado ao que iremos investir do que onde investir, e é por isso que ter um acompanhamento profissional é fundamental para mitigar o risco”, explica Mattei.

Filipe Portella lembra que o papel do assessor é, também, “ajudar a entender qual é o verdadeiro risco de cada aplicação”. Fundos oferecidos pelos bancos, por exemplo, podem investir em ativos de risco elevado, mas o cliente não se dá conta dessa informação por falta de assessoria especializada.

Você quer experimentar os ganhos de uma assessoria especializada e sem custo? Conheça a Monte Bravo.

 

 

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