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Plataforma abre para investidores projeto imobiliário com ganhos estimados em 13,9% a 15,6% ao ano

Investidores podem aplicar na construção de um prédio residencial pela Domus Populi, companhia fundada por um dos familiares do Grupo Gerdau

Em tempos de juros nos menores patamares de nossa história, rentabilidades de dois dígitos são cada vez mais difíceis de se encontrar. Uma empresa com uma abordagem inovadora no mercado imobiliário, no entanto, tem desafiado esse cenário e disponibiliza um projeto de crowdfunding com retorno estimado em 13,9% a 15,6% ao ano. O investimento é feito via URBE.ME, plataforma gaúcha que contribuiu ativamente para elaborar a instrução da CVM que regula as operações de crowdfunding no Brasil.

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Os retornos elevados são possíveis porque os investidores entram na fase mais lucrativa do setor imobiliário: a incorporação. Esta é a etapa anterior à construção do empreendimento – normalmente, as pessoas físicas investem em imóveis já construídos ou com as obras em estágio avançado de construção, com margens menores.

O projeto disponibilizado na plataforma do URBE.ME é o Santa Clara, um prédio residencial na cidade de Paulínia, que será construído pela Domus Populi. Essa é a incorporadora fundada por Carlos Bier Gerdau Johannpeter, filho de Jorge Gerdau Johannpeter, atual presidente do Grupo Gerdau. Antes de abrir a Domus Populi no início dos anos 2000, ele era o diretor geral das áreas de negócio do Grupo Gerdau no Brasil, sendo responsável por um faturamento superior a US$ 2 bilhões por ano.

Todos os recursos para a construção do empreendimento ficam consolidados em uma conta aberta especificamente em nome do projeto – no setor imobiliário, chama-se essa separação entre o patrimônio da empresa e do prédio a ser construído como patrimônio de afetação, garantindo que as obras não serão afetadas mesmo se a companhia enfrentar alguma dificuldade.

O financiamento para a construção já está pré-aprovado pela Caixa, com a liberação dos recursos assim que a obra atingir evolução física de 5%. É para garantir esse início das obras que a Domus Populi está captando recursos com investidores na plataforma do URBE.ME. A expectativa é que a captação ofereça um fôlego financeiro grande para as obras, ultrapassando com folga a evolução física de 5% demandada pela Caixa e representando um máximo de até 13%.

O investimento

Os investidores que aplicarem no projeto na realidade compram um contrato de mútuo, que é uma espécie de empréstimo do investidor à incorporadora. A remuneração dos contratos varia de acordo com o valor geral de vendas, e os apartamentos que não forem vendidos terão a rentabilidade dada pelo CDI durante o período de vigência do contrato. O projeto se encaixa dentro do programa habitacional do Governo Federal Minha Casa Minha Vida, oferecendo subsídios para que a população tenha condições mais favoráveis para a compra do imóvel.

A expectativa é por um retorno total no projeto de 13,9% a 15,6% para os investidores. Ainda assim, a plataforma do URBE.ME estabeleceu uma garantia mínima de retorno para os investidores: 120% do CDI para quem entrar investir na primeira série – que esgotou em poucos dias – e de 110% na segunda série.

Não há taxas ou outros custos para os investidores, uma vez que todas as despesas são arcadas pelo incorporador. Sobre os ganhos do investidor incide apenas o pagamento do Imposto de Renda Retido na Fonte, segundo a tabela regressiva.

O prazo do contrato é de até 24 meses. “Esse é um prazo bem mais curto do que estávamos oferecendo em nossos projetos, que giravam entre 36 e 46 meses”, explica Alexandre Oliveira, responsável pelo marketing do URBE.ME. Esse tempo reduzido para o retorno ocorre porque o empreendimento será construído de modo pré-moldado.

A incorporadora Domus Populi se comprometeu em contrato a prestar informações trimestrais sobre o andamento das obras, bem como quanto às unidades vendidas, o preço de venda, os recebimentos e os distratos.

A aplicação mínima é de R$ 1.000, e o projeto já conta com mais de 300 investidores registrados. “Temos um grande número de investidores recorrentes em nossa plataforma, e estamos cada vez mais aumentando a nossa base de investidores”, afirma Oliveira. “Investir em imóveis no Brasil é uma burocracia imensa, e nós conseguimos trazer esse modelo simples para o investidor”, complementa.

O Santa Clara é o terceiro projeto com captação via plataforma do URBE.ME neste ano. O último projeto, em Araucária, no Paraná, finalizou apenas dois dias após iniciar a captação, contando com mais de 230 investidores registrados. O atual projeto permanece disponível para os investidores até o dia 20 de maio, mas as captações têm se encerrado muito antes do prazo previsto por conta da demanda elevada.

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