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Carros inteligentes chegam às ruas do Brasil e cidade do futuro começa a se tornar realidade

Revolução tecnológica deve ganhar tração nos próximos anos e chegar a um ponto de virada em 2020

Em poucos anos todos os objetos estarão conectados à internet. Casas, carros, eletrodomésticos e até mesmo as nossas roupas terão chips instalados, capazes de coletar informações e se comunicar via sensores com outros aparelhos e servidores. Isso não é história de ficção científica. Consultorias e empresas de tecnologia cravam que 2020 será o ano em que tudo estará conectado. Até lá, serão 20 bilhões de coisas conectadas à internet em todo o mundo, segundo estudo da Gartner. 

Essa é uma revolução que está em andamento, capitaneada pela Internet das Coisas, uma solução que tem trazido a tecnologia cada vez mais para dentro de nossas vidas. Uma das principais tendências para o futuro é a dos carros inteligentes. Aliás, esses veículos já estão andando nas ruas do Brasil. Saindo de fábrica totalmente equipados com tecnologia de ponta, esses veículos contam com chips que se comunicam com a montadora, enviando os comandos dos motoristas.

A tecnologia para os carros inteligentes no Brasil foi desenvolvida com pioneirismo pela Embratel, companhia que já levou a solução para mais de 500 mil carros.

Os carros inteligentes prometem aumentar o conforto e a praticidade na hora de dirigir. “Conversando” com o motorista por smartphone ou smartwatch, nesses modelos o motorista liga o ar-condicionado à distância, trava as portas do carro sem estar por perto, confere em tempo real o nível do óleo e a calibragem dos pneus, entre outras facilidades. “É possível fazer até reserva em restaurantes”, explica Adriana Coutinho Viali, Diretora Executiva da Embratel.

No quesito segurança, os veículos podem ser programados para acionar o resgate médico no local do acidente quando os airbags forem acionados, imobilizar o veículo em caso de roubo, enviar mensagem automática para outra pessoa quando o carro estiver chegando ao destino ou até mesmo programar o veículo para solicitar o envio do guincho, de mecânicos e da assistência técnica em algumas situações específicas.

Cidades inteligentes

Um dos maiores potenciais de crescimento da Internet das Coisas no Brasil está na construção das chamadas cidades inteligentes. A ideia é que serviços públicos, como iluminação, água, transporte público, coleta de lixo, saúde, e praticamente qualquer outra área de importância para a população tenha serviços conectados e monitorados em tempo real.

Algumas experiências no mundo mostram que isso é possível – e avança a passos largos. Cingapura é a primeira cidade que colocou esse desafio na mesa e vem buscando soluções práticas para realmente transformar toda a cidade. Em novembro de 2014 a pequena ilha asiática lançou um programa chamado “Smart Nation”, criando um laboratório vivo para iniciativas tecnológicas. Hospitais públicos que integram todos os dados dos pacientes, para que os médicos acessem as informações completas independente do hospital que forem atendidos. Carros autônomos que te levam para onde você quiser – algo como um táxi sem motorista. Aplicativos que mostram ônibus ou trens que estão mais vazios no seu caminho para o trabalho. Essas são apenas algumas das ideias que fazem parte do programa.

Para Ney Acyr Rodrigues, Diretor Executivo de Negócios de IoT da Embratel, o mundo conectado deixou de fazer parte de uma tendência e agora faz parte da sociedade. “O processo de transformação digital tem levado cada vez mais as empresas a investirem em soluções que garantam a automatização de processos e, consequentemente, agreguem valor às organizações, gerando aumento da produtividade e melhor experiência dos clientes”, escreve, em artigo.

A perspectiva é que a Internet das Coisas avance em todos os setores da economia. A atividade industrial caminha para a Indústria 4.0, um modelo no qual máquinas e fábricas diferentes conversem entre si para otimizar a produção. A agricultura deve investir na agricultura de precisão, com o plantio mecanizado, além de aprimorar o rastreamento bovino. O varejo vai reconhecer os clientes no momento em que entram na loja e oferecer ofertas personalizadas. As possibilidades são infinitas.

O Diretor Executivo de Negócios de IoT da Embratel explica, em artigo, que a gestão dessas soluções será levada adiante pelos CIOs, os responsáveis pela TI das empresas. “O uso bem-sucedido dessas aplicações estará apoiado em uma infraestrutura robusta de telecomunicações, integrada à TI e a recursos que permitam a mobilidade, uma vez que todos aparelhos estarão se comunicando para a troca de informações”, afirma, lembrando que a quarta revolução industrial já está em andamento.

Se você tem uma empresa e quer se antecipar às mudanças tecnológicas, veja como a Embratel pode ajudar a te levar ao próximo nivel.

 

 

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