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Modelo de franquia chega a 1.600 pontos e revoluciona mercado de smartphones

Empresa gaúcha aposta em modelo de negócio inovador e de alta rentabilidade para crescer no Brasil

O setor de franquias é um dos que mais crescem no Brasil, e isso não acontece por acaso. Esse modelo larga na frente ao oferecer aos novos empresários elementos comuns aos cases de sucesso das grandes empresas, como a imagem de marca reconhecida, produtos de qualidade, parcerias comerciais e plano de negócio sólido, acelerando o retorno do investimento. Agora, o próximo passo nessa revolução das franquias é possibilitar montar negócios a custos baixos e com riscos minimizados. Esse é o caso da Mobibox, que criou um modelo de franquia que vem se destacando no mercado brasileiro.

O segredo por trás da Mobibox é o fato de os produtos do franqueado serem oferecidos dentro de um outro estabelecimento comercial, como restaurantes, lojas, salões de beleza, postos de gasolina, entre outros. Esse modelo é conhecido como “store in store”, e permite aproveitar o espaço e a mão-de-obra local, livrando-se de gastos fixos como aluguel, salário e contas gerais.

Pedro Mariano da Rocha, diretor de vendas da companhia, conta que descobriu esse mercado há alguns anos, quando ele e seus sócios tentavam se desfazer do estoque de um e-commerce de acessórios para celulares que estava sendo descontinuado. “Colocamos os produtos em estabelecimentos com potencial, pagando uma comissão sobre as vendas, e descobrimos que existia um canal de vendas não explorado pelas franquias e que poderia ser muito escalável, sem o empreendedor ter que arcar com custos fixos e funcionários”, afirma.

A decisão se mostrou acertada. Nem mesmo a recessão econômica vista no Brasil impediu o desempenho das vendas. “As características do nosso modelo de negócio permitem passar por esses momentos de instabilidade econômica sem impactar na sobrevivência do negócio."

Mobibox
Mobibox/Divulgação

O conceito permitiu que a Mobibox alcançasse a marca de mais de 1.600 pontos de venda em 2016. Agora, a meta para o fim do próximo ano é mais do que dobrar esse número, para 3.500. Pedro aposta na simplicidade em se unir à rede para crescer e garante todo o apoio aos interessados. “Nós enviamos uma equipe própria até a cidade, identificamos os melhores pontos da região e auxiliamos na implementação do negócio, para que ele esteja operando rapidamente”, afirma.

Para simplificar ainda mais esse processo, a rede oferece treinamento online e presencial, assessoria jurídica e contábil para iniciar o negócio, além de um gerente para auxiliar no dia a dia, como nos pedidos de reposição de estoques. Uma vez iniciada a operação, é possível acompanhar as informações por computador ou por aplicativo, obtendo dados em tempo real como registro das vendas, saldo e estoque.

Com o objetivo de reforçar a presença em São Paulo, a empresa, que já está presente em 16 estados do Brasil, inaugurou em janeiro desse ano a sede na cidade, na Avenida Brigadeiro Faria Lima. Também para esse ano a rede planeja abrir outro escritório na cidade do Rio de Janeiro. Quem tiver interesse em conhecer a nova sede, conta com a receptividade de um ambiente inovador e é atendido pessoalmente pelo fundador da empresa, Douglas Fittarelli, que faz questão de conhecer todos que pretendem licenciar a marca: "Estamos revolucionando o varejo no Brasil, criando uma nova maneira de comercializar produtos, num modelo de franquia inteligente e inovador", conta Fittarelli, que pretende consolidar a marca como líder do segmento.

Um dos grandes atrativos da rede é o portfólio de acessórios oferecidos. Pedro conta que os executivos da companhia visitam a China a cada três meses, onde estão seus fornecedores. “Assim, conseguimos trazer os produtos antes da concorrência”, comenta. Uma das novidades, aliás, é esperada para os próximos meses, com exclusividade: é uma estação em que os usuários podem carregar o celular por wireless, ou seja, sem a necessidade de conectar o aparelho a um cabo. Outros itens voltados à sustentabilidade, como carregadores via energia solar, também estão na lista de novidades para chegar ao Brasil.

Investimento inicial baixo

Tudo o que o franqueado precisa é do investimento inicial, a partir de R$ 34.900 no plano mais básico. Esse valor inclui um kit com cinco pontos de venda, e no cenário-base projetado pela Mobibox gera um faturamento mensal de R$ 4.750. Nessa faixa de rendimento, é possível operar como microempreendedor individual (MEI), categoria que paga imposto fixo em torno de R$ 50. Mas atenção: para se enquadrar nessa categoria, o faturamento deve ser de até R$ 81 mil no ano, de modo proporcional, segundo legislação aprovada no ano passado e que entrará em vigor a partir de 2018. Acima disso, é preciso se enquadrar como microempresa.

Os custos são variáveis, e incluem a comissão do estabelecimento, taxas do cartão, custo de reposição e impostos, o que garante uma margem de lucro líquido elevada, entre 25% e 30%. O payback médio, ou seja, o ponto em que o investimento é recuperado, costuma variar conforme a região da franquia, mas tem girado em torno de 10 a 18 meses, conta Pedro. Como os custos variam conforme o volume de vendas, o risco do negócio também é minimizado, tendo a flexibilidade de trocar o ponto de venda em caso de insucesso.

 

 

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