Em citigroup

Polêmica sobre bônus continua, com Citi e Morgan Stanley na mira

Sem muitas especificações sobre o que é restrito e o que não é, executivos estudam maneira de compensar salários, diz jornal

SÃO PAULO - Após a injeção bilionária de capital por parte do governo em grandes instituições, a questão dos bônus milionários de altos executivos se tornou uma polêmica, tendo como exemplo o recente caso da AIG.

Aproveitando as lacunas deixadas pelas autoridades norte-americanas, uma vez que as restrições não foram totalmente esclarecidas, o Citi e o Morgan Stanley estão estudando maneiras de compensar seus funcionários, aponta o Wall Street Journal.

O motivo principal para essa nova saída está vinculado à polêmica causada sobre o pagamento de bônus milionários a altos executivos de empresas, que estavam com problemas financeiros, e receberam ajuda governamental.

Seria justo pagar essas bonificações com o dinheiro dos contribuintes? Discussões à parte, o fato é que algumas instituições estão encontrando um novo jeito de remunerar seus funcionários. Um deles seria aumentar os salários, afirma o jornal.

Citigroup
No caso do Citi, o seu CEO (Chief Executive Officer), Vikram Pandit, renunciou ao bônus anual do ano passado, dizendo que não iria receber nada até o banco retomar a rentabilidade.

Porém, conforme indicam os dados da SEC (Securities Exchange Comission), em 2008 o executivo recebeu aproximadamente US$ 10,8 milhões em compensações, sendo que desses, US$ 7,73 milhões já dizem respeito à parcela de sua bonificação anual, recebida adiantada.

 

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