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Lucro da Cielo cai 40% e fica em R$ 548,5 milhões no 1º trimestre; base de clientes sobe

O Ebitda, por sua vez, teve queda de 34% em um ano, passando de R$ 1,242 bilhão, no início de 2018, para atuais R$ 820,7 milhões

Cielo 02 - Maquininha de cartão
(Divulgação Cielo)

SÃO PAULO - A Cielo (CIEL3) fechou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido ajustado de R$ 548,5 milhões, uma queda de 40,4% ante os R$ 920,5 milhões apresentados um ano antes.

A receita, por sua vez, ficou praticamente estável, em R$ 2,773 bilhões. Segundo a companhia, o resultado reflete o aumento na captura de volume de 3% e da adequação do patamar de precificação da empresa ao mercado em meio ao aumento da competição no setor. Por outro lado, este efeito foi mitigado pelo maior volume de pagamento em dois dias.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) teve queda de 34% em um ano, passando de R$ 1,242 bilhão, no início de 2018, para atuais R$ 820,7 milhões. Enquanto isso, a margem Ebitda caiu 15 pontos percentuais, para 29,6%.

A base ativa de clientes da Cielo teve um aumento de 5,7% em relação ao primeiro trimestre de 2018, para 1.211 entre janeiro e março deste ano. O resultado representa uma alta de 1,9% sobre a base ativa do quarto trimestre do ano passado.

A Cielo espera que seu lucro líquido consolidado fique entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,6 bilhões neste ano. A companhia, que passa por uma reorganização nas mãos do ex-BB Paulo Caffarelli, que assumiu a presidência em novembro último, está focada em recuperar participação de mercado para, a partir de 2020, voltar a entregar crescimento de resultados. Neste contexto, contratou a Pragmatis Consultoria em dezembro.

(Com Agência Estado)

 

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