Do Zero ao Gain Uma aula gratuita com André Moraes sobre gerenciamento de risco, stop, alvo e tamanho de capital

Uma aula gratuita com André Moraes sobre gerenciamento de risco, stop, alvo e tamanho de capital

Você se considera um profissional comprometido?

Veja os sinais da falta de engajamento no seu dia-a-dia e os efeitos deste mal; empresas também devem atentar ao problema

SÃO PAULO – Comprometimento: você sabe o real significado desta palavra em sua carreira? Pois se a resposta for negativa, é melhor colocar a mão na massa e começar a analisar suas atitudes perante as atividades que lhe destinam dentro da empresa.

Isso porque o comprometimento é a chave para o sucesso de um suposto negócio ou a porta de entrada para conquistar o “lugar ao sol” dentro da empresa. Na vida profissional, você não conseguirá o que almeja se não for dedicado, atencioso e não cumprir com aquilo o que é necessário, características básicas do comprometimento.

Você é comprometido?

Por mais que você se sinta engajado com aquilo que realiza, saiba de uma verdade: os brasileiros são pouco comprometidos com o que fazem. A conclusão faz parte de pesquisa realizada pelo The Gallup Group, com 1.012 funcionários de 11 capitais brasileiras.

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De acordo com os dados, 79% dos brasileiros são leais com a empresa, estão dispostos a crescer, são criativos e entusiasmados, mas não se comprometem com o trabalho.

Se você se encaixa neste grupo, a situação ainda é reversível, já que pode melhorar seu comprometimento corrigindo algumas falhas, como evitar faltas, incluir novas tarefas em sua rotina e disseminar o otimismo.

Situação complicada

A situação no trabalho começa a complicar quando você faz parte do grupo “ativamente desengajado”. Segundo a pesquisa, 18% dos entrevistados se encontram nesta situação de risco.

Para que você saiba se suas atitudes se encaixam neste grupo, saiba que estas pessoas faltam constantemente, disseminam pessimismo entre os colegas e destroem valores da empresa.

Reflexos na empresa

Para a empresa, o desengajamento é pior quando surge em grupos de comandos das atividades, ou seja, entre os gerentes e diretores. A pesquisa mostra que 19% dos gerentes entrevistados estão entre os “ativamente desengajados”.

Para 51% deles, o pessimismo reina no dia-a-dia, sendo que nunca estão satisfeitos e acham que a situação econômica do País está sempre ruim. Além disso, 21% acreditam que a situação financeira da empresa nunca é favorável.

Para mensurar se seus funcionários estão desengajados, analise os seguintes aspectos: rotatividade de pessoas, grau de satisfação de clientes, lucratividade, produtividade e perdas ocasionadas por descuido, furtos ou acidentes.

Remuneração e comprometimento

O salário pode ser apontado como um dos aspectos que diferenciam as pessoas que trabalham porque gostam, com comprometimento, daquelas que apenas realizam as tarefas diárias.

O fato é comprovado pela pesquisa, que mostra que 55% dos mais engajados acham que recebem salários adequados, enquanto 66% valorizam a satisfação pessoal e profissional.

Outros dados

No Brasil, os profissionais com mais de 50 anos de idade são os mais engajados – 38% das pessoas nesta faixa etária.

Dentre os demais países, os brasileiros são menos comprometidos do que os norte-americanos (28% engajados) e dos chilenos (25%), com 21% dos profissionais engajados. No entanto, aparece à frente de países europeus como França (12%) e Alemanha (13%).