Nova prática no ambiente de trabalho, eutonia aumenta produtividade

Técnica promove a autoconsciência do corpo; aulas têm como objetivo desenvolver o potencial criativo individual

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SÃO PAULO – Uma nova prática tem sido aplicada no ambiente corporativo: a eutonia. Ela traz os mesmos benefícios da ginástica laboral – atividade física realizada coletivamente na empresa -, como o aumento da produtividade e da qualidade do trabalho, e ainda promove a autoconsciência do corpo.

As aulas têm como objetivo desenvolver o potencial criativo individual, com o uso de diversos materiais (sementes, bambus), e a observação de ações e reações do corpo. O que é vivido nas aulas pode ser usado na ação cotidiana. Normalmente, é aplicada por 30 minutos de uma a duas vezes por semana.

Resultados

Os eutonistas partem do pressuposto de que quem se conhece melhor passa a lidar melhor com seu corpo e com o meio em que vive. Os benefícios adquiridos vão para o trabalho, mas não se restringem a isso, sendo levados à vida pessoal também. Além disso, os profissionais acabam adequando o corpo aos instrumentos de trabalho, tais como mouses, teclados e outros.

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Dentre os benefícios da prática, estão a prevenção de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), artrites, fraturas, redução da insônia, equilíbrio das funções vegetativas (sono, respiração, digestão), melhora de ânimo para o trabalho, da integração social, diminuição da fadiga, corporal e mental, e das tensões acumuladas no trabalho.

Completa a ginástica laboral

Aliada à ginástica laboral, a eutonia faz com que os objetivos propostos sejam alcançados com maior rapidez. Enquanto a nova técnica leva os indivíduos a terem consciência do que causa as doenças de trabalho, e qual a melhor forma de curá-las, evitando a repetição do erro; a ginástica laboral apenas promove o bem-estar momentâneo.

A ginástica laboral melhora a flexibilidade, força, coordenação, ritmo, agilidade e resistência, promovendo uma maior mobilidade e postura. Reduz a sensação de fadiga, contribuindo, também, para a melhora da qualidade de vida. Por fim, ela favorece o relacionamento social em equipe.