Em carreira

Brasileiros acreditam que Facebook e LinkedIn substituirão currículo

Além do Brasil, estudo revela outros quatro países que acreditam na força das redes sociais

homepage - Facebook - internet - rede social
(Shutterstock)

SÃO PAULO - Os executivos brasileiros ocupam a primeira colocação entre os que mais acreditam que as redes sociais como LinkedIn e Facebook poderão substituir, um dia, os tradicionais currículos de profissionais do mercado. De acordo com uma pesquisa da Robert Half, dos 1.876 diretores de Recursos Humanos consultados, 34% dos entrevistados do País demonstraram acreditar em tal substituição.

A expectativa se manteve positiva ainda em outros países, como na Holanda, Chile, Itália e Suíça. "Enquanto três em cada dez executivos da Holanda apostam na mudança do currículo tradicional para as redes sociais, na Suíça, esse número é de 14%", informa a pesquisa.

À seguir, confira a relação dos países que acham que os currículos serão substituídos por perfis nas redes sociais.

TOP 5

Posição País
1 Brasil 34%
2 Holanda 30%
3 Chile 29%
4 Itália 16%
5 Suíça/Luxemburgo 14%

Eficiência em jogo
Somente quando questionados sobre a eficiência das redes sociais como ferramentas de recrutamento é que a situação muda um pouco. Enquanto os alemães consideram as redes pouco eficientes, com 67% das menções, a China enxerga o recurso de forma muito promissora: 64% dos chineses acreditam na eficiência das redes sociais para recrutar novos candidatos. Em Cingapura e no Brasil, entretanto, esses números ficam em 56% e 54%, respectivamente. 

 

"No Brasil, as redes sociais são utilizadas para verificar as referências de potenciais candidatos, segundo 25% dos executivos brasileiros entrevistados. Já outros 24% costumam utilizar tal recurso para se comunicar com os profissionais e 21% para selecioná-los", diz a pesquisa.

Na média global, a principal utilidade apontada por 26% dos executivos é a seleção e comunicação com candidatos.

 

Contato