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NASA pagará R$ 39 mil para voluntários não saírem da cama

Experiência objetiva desenvolver métodos que permitam aos astronautas se adaptarem fisicamente quando retornam de missões espaciais

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JSC2008-E-040148 (7 May 2008) — Two test subjects participate in a bed rest research project at a facility in Galveston, Texas, not far from NASA’s Johnson Space Center. As part of the Flight Analog Research Unit (FARU), NASA maintains a dedicated bed-rest study facility at the University of Texas Medical Branch in Galveston. The facility is equipped with beds that can be adjusted into positions that reproduce the effects of different gravity levels on the human body. By manipulating these and other variables, the FARU team works to gather data and develop countermeasures that will be used to ease the effects of reduced gravity on future long-duration space missions. Photo credit: NASA
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SÃO PAULO – A NASA está à procura de voluntários para ficarem deitados em uma cama por 70 dias. No período, eles poderão jogar jogos, falar ao telefone, ler livros, ter aulas e até trabalhar à distância – desde que permaneçam deitados. No final, a agência espacial pagará US$ 18 mil (ou cerca de R$ 39.645, de acordo com a cotação do Banco Central de ontem). 

A experiência faz parte de um estudo conduzido pela agência para ajudar pesquisadores a desenvolverem métodos que permitam aos astronautas se adaptarem fisicamente quando retornam de missões espaciais. Segundo a Forbes, a diferença gravitacional faz com que o astronauta tenha dificuldades para se acostumar novamente à vida na Terra.

Os voluntários ficarão em uma cama inclinada para baixo em um ângulo de 6 graus, que segundo os pesquisadores, faz com que aumente a circulação na parte superior dos corpos, que simula o que aconteceria em gravidade zero no espaço. Segundo o Dr. Roni Cromwell, cientista sênior do estudo, o comportamento cardiovascular durante todo o período do teste será analisado.

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Após repousarem por 70 dias seguidos, os indivíduos terão de fazer exercícios, como andar na esteira. “Os testes incluem tarefas que os astronautas fazem quanto voltam à terra, como simular sair de um veículo ou mover objetos pesados. Isso nos daria uma ideia de suas capacidades funcionais”, disse Cromwell.

Depois dos testes, os participantes terão cerca de duas semanas para recondicionar o corpo e voltar à vida diária.