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Lemann cria fundo de R$ 7,5 milhões para levar brasileiros negros para fazer pós em Harvard e outras universidades

Estudantes negros terão bolsas em áreas como saúde, educação e gestão pública das universidades de Harvard, Columbia, Stanford, MIT, entre outras; fundo tem parceria com a W.K. Kellogg Foundation e a Baobá

Harvard
(Thinkstock)

SÃO PAULO - A Fundação Lemann, organização não-governamental sem fins lucrativos que trabalha com educação e formação de lideranças, e a W.K. Kellogg Foundation anunciaram nesta sexta-feira (1) a criação de um fundo patrimonial de US$ 2 milhões (cerca de R$ 7,5 milhões) que será administrado pelo Fundo Baobá, instituição dedicada a estimular a equidade racial no Brasil. 

Do valor total, 5% dos rendimentos do fundo serão destinados à concessão de bolsas de estudo para estudantes negros em programas de pós-graduação em áreas como saúde, educação e gestão pública das universidades de Harvard, Columbia, Stanford, MIT, Illinois de Urbana-Champaign (UIUC) e de Oxford, que são parceiras do programa Lemann Fellowship, da Fundação Lemann.

As bolsas auxiliam os profissionais durante a pós-graduação, mas não cobre todos os custos. A expectativa é que, a partir de 2020, os estudantes tenham todas as despesas anuais pagas.

“A Fundação Lemann acredita que garantir igualdade de oportunidades é essencial para que o Brasil se transforme no país justo e desenvolvido que todos buscamos. A criação de um fundo patrimonial dedicado à equidade racial no nosso programa Lemann Fellowship é uma das iniciativas que estamos promovendo para perseguir esse objetivo”, afirma Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.

Segundo a Fundação, a criação desse fundo patrimonial faz parte de uma série de ações para promover a diversidade em seus programas de formação de liderança.

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