Dieese: rendimento médio do trabalhador recua 1,7% em janeiro

Em 12 meses, a massa de rendimentos reais dos ocupados e assalariados cresceu 9,9% e 10,2%, respectivamente

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SÃO PAULO – O rendimento médio real da população ocupada das sete principais regiões metropolitanas do País registrou queda de 1,7% em janeiro deste ano e passou a ser estimado em R$ 1.382.

Por capitais analisadas, houve recuo em quase todas: São Paulo (-2,8%, valendo R$ 1.505), Salvador (-2,1%, valendo R$ 1.089), Fortaleza (-1,3%, valendo R$ 871), Distrito Federal (-0,8%, valendo R$ 2.098) e Recife (-0,6%, valendo R$ 938).

Em Belo Horizonte (-0,2%, valendo R$ 1.361) o rendimento médio real ficou praticamente estável e, em Porto Alegre, houve aumento (1,4%, valendo R$ 1.393).

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Para os assalariados, por sua vez, houve ligeira queda de 0,1% nos rendimentos no início do ano, que passaram a ter o salério estimado em R$ 1.440.

Os dados fazem parte da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), divulgada nesta quarta-feira (30) pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).

Acumulado em 12 meses
Entre janeiro de 2010 e de 2011, no conjunto das sete regiões, o rendimento médio real cresceu 6,1% para os ocupados e 3,6% para os assalariados.

Regionalmente, o rendimento dos ocupados elevou-se em Recife (9,7%), São Paulo (8,0%), Distrito Federal (7,6%), Porto Alegre (7,3%), Fortaleza (4,8%) e Salvador (2,0%). Em Belo Horizonte, o rendimento médio reduziu-se em 0,8%.

Massa de rendimentos
No conjunto das regiões pesquisadas, reduziram-se as massas de rendimentos dos ocupados (2,6%)e dos assalariados (0,9%). Em ambos os casos, esse desempenho refletiu decréscimos do nível de ocupação e do rendimento médio real.

Em 12 meses, as massas de rendimentos de ocupados e assalariados cresceram 9,9% e 10,2%, respectivamente

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