Dia das Bruxas: conheça os 10 empregos mais temerosos para se trabalhar

Especialista lista as profissões brasileiras mais perigosas do País; cargos de baixa remuneração e alto risco estão no topo do ranking

SÃO PAULO – Para aproveitar a noite de Halloween, o tão conhecido Dia das Bruxas norte-americano, o Portal Infomoney consultou a opinião da consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira, para ajudar a listar os empregos mais temerosos do Brasil.

Para elaborar a relação, a profissional considerou os empregos que proporcionassem aos candidatos uma baixa remuneração salarial, um risco iminente, e claro, fossem suficientemente assustadores para qualquer outro profissional.

A tarefa foi difícil mas, felizmente, conseguimos!

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Perigo certo
Confira abaixo os 10 empregos indicados pela profissional:

  • Carcereiro – expostos a grandes riscos e sujeitos a baixos salários, esses trabalhadores precisam ter muito jogo de cintura para lidar com as pressões do dia a dia e encarar a rotina das prisões.

  • Policial – geralmente mal remunerados, costumam vivenciar situações de perigo e estresse diariamente nas ruas. Além disso, estão sujeitos a inúmeros riscos.

  • Mineradores – apesar de possuírem carteira assinada e normalmente terem uma remuneração melhor, por conta dos inúmeros riscos que envolvem a profissão, costumam se aposentar mais cedo que os demais colaboradores de uma empresa. “Tais trabalhadores tendem a apresentar diversar doenças ocupacionais com o passar dos anos”, informa Karla.

  • Operador de alto-forno – expostos a temperaturas altíssimas, esses trabalhadores costumam se aposentar mais cedo que os demais, em função do alto risco de sua profissão.

  • Limpadores de caixa de esgoto, dejetos industriais e hospitalares – sujeitos a infecções dos mais diversos tipos, esses profissionais circulam em ambientes nos quais a maioria das pessoas não gostaria (ou conseguiria) sequer se aproximar. 

  • Tratadores de animais – os profissionais do zoológico devem entender bem o que é passar por apuros quando o assunto é tratar dos animais. Além de alimentar as feras, os trabalhadores se responsabilizam por limpar as jaulas e os espaços de cada um dos bichos da atração turística – e isso inclui recolher as fezes de cada bicho. “Talvez isso não seja um problema, se pensarmos em um animal menor, mas imagine o que passam os tratadores de elefantes, por exemplo”, diz Karla.

  • Segurança de casa norturna – além de protegerem o estabelecimento para o qual são contratados, muitas vezes de maneira informal, tais profissionais ainda precisam manter a seriedade, enquanto os outros estão se divertindo. Isso sem mencionar o risco da profissão, que envolve muitas situações de estresse e perigo.

  • Cobaia humana – seja como voluntário, seja em troca de alguma remuneração, quem se presta ao trabalho de ser cobaia humana se sujeita a inúmeros riscos, ao tomar certas medicações que precisam ser testadas por laboratórios. “Nos Estados Unidos tal prática costuma ser remunerada”, diz Karla.

  • Preparador (maquiador) de cadáver – eis uma profissão que exige muito sangue frio e racionalidade, e claro, amor à profissão. Os trabalhadores que fazem desse ofício uma profissão costumam melhorar a aparência dos finados com maquiagem, amenizando o sofrimento dos parentes durante um velório, por exemplo.

  • Mergulhador de risco – tais trabalhadores costumam mergulhar em efluentes contaminados, nadam em resíduos tóxicos, buscam peças perdidas e fazem tudo isso por uma boa razão: os altos salários pagos por cada mergulho, que podem ultrapassar R$ 5 mil.