Conectados: pesquisa revela as fontes de informação preferidas dos líderes

Mídias preferidas de executivos e empreendedores são os jornais e as revistas, que também servem para tomada de decisões

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SÃO PAULO – Para acompanhar o noticiário, líderes do mundo corporativo têm preferência por jornais e revistas. Pesquisa realizada pelo Grupo Máquina com 500 executivos, empresários e empreendedores revelou que 56% deles utilizam estes meios como a principal fonte de informação. A internet (agências e sites de notícias e blogs) é a segunda colocada, com 33% das indicações.

“Os dados indicam que a dinâmica da própria internet, com suas constantes atualizações e pulverização da informação, faz com que o mundo corporativo, apesar de recorrer bastante a esse tipo de mídia, acabe usando o meio jornal como consolidador e balizador da formação de opinião”, afirmou o coordenador da pesquisa Luis Contreras. Ele ainda afirmou que os líderes do mundo corporativo consultam jornais e revistas para tomar decisões.

Pouco mais da metade dos entrevistados, ou 51%, prefere ler jornais e revistas em sua versão mais tradicional: o papel. Outros 37% disseram optar pelas duas versões e 9% lêem exclusivamente pela internet.

Televisão e rádio

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No ranking do meio preferido para acompanhar o noticiário, após a internet, estão a televisão, que recebeu 8% das respostas, e o rádio, com 3%.

“Por passarem quase metade de seu tempo dentro das empresas ou com aparelhos portáteis à mão, os executivos acompanham mais a internet do que os programas de rádio e TV”, disse Contreras. Outro ponto que contribui para isso, de acordo com o coordenador da pesquisa, é a impressão de que a TV, em grande parte, mostra-se repetitiva em relação ao noticiário já visto na internet durante o dia.

Credibilidade

Os entrevistados avaliaram, em uma escala de um a cinco, a credibilidade dos meios de informação. “A gente pediu para os líderes avaliarem a credibilidade da mídia. Neste caso, o jornal também liderou. Embora exista esta ordenação, não há uma diferença brutal na avaliação”, afirmou Contreras.

O jornal ficou com nota 3,8, e as revistas, com 3,4. Na seqüência, aparecem o rádio (3,3), a TV (3,2) e a internet (3).