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Como a tecnologia vai impactar o fluxo de trabalho de tesoureiros corporativos – e como se preparar para isso

A tesouraria corporativa é responsável de forma geral pela contabilidade, armazenamento e transações de dinheiro

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A chegada e o desenvolvimento da tecnologia impactam o mercado de trabalho em todos setores e áreas – de jeito ou outro, as formas como as pessoas executam suas funções mudam, em maior ou menor escala. E a tesouraria corporativa não está fora disso.   

O departamento é muito importante para o funcionamento da empresa, já que é responsável de forma geral pela contabilidade, armazenamento e transações de dinheiro. A improdutividade no setor pode afetar outras áreas da companhia.   

Soma-se o fato de que gerenciar os riscos e promover maior transparência em cada transação demanda tempo, o que muitas vezes não é possível, dado que as equipes são cada vez mais reduzidas.   

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Assim, uma tesouraria fortalecida por informações e ferramentas adequadas é um recurso estratégico valioso para o bom funcionamento de uma empresa.

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Fluxo de trabalho e a importância da automação   

 A tesouraria corporativa funciona baseada em um fluxo de trabalho que pode variar dependendo da empresa. Há desde os mais simples, que realizam somente operações de fechamento de câmbio até os mais complexos que lidam com inúmeros derivativos que precisam ser precificados e contabilizados corretamente.  

Mas o que qualquer fluxo tem em comum é que os trabalhos manuais podem atrapalhar a eficiência, além de deixar o processo sujeito a erros operacionais, falta de transparência, demoras desnecessárias, entre outros problemas.  

Por isso, cada vez mais, automatizar o processo significa ganho de eficácia ao garantir uma fonte única de informações integradas aos sistemas corporativos. Ainda, abrir as portas para a tecnologia nesse contexto aumenta a transparência das transações e reduz custos operacionais.   

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A tecnologia já chegou e não há volta, mas se a empresa estiver do lado certo pode promover mudanças muito promissoras para o negócio – e manter seus melhores talentos.   

Porém, se adaptar às mudanças nem sempre é fácil sem auxílio adequado. O “Fluxo de trabalho de Tesouraria”, é o último desafio, de uma série de cinco, todos disponíveis no e-book da Bloomberg: “Os 5 desafios do tesoureiro corporativo”, que mostra como a tecnologia pode ajudar a superar obstáculos, e, sobretudo, como pode solucionar problemas. Para saber maisclique aqui.