Cientista aplicado é mais valorizado no mercado, diz professor da Unesp

Isso ocorre porque a ciência aplicada é voltada para o avanço tecnológico imediato, trazendo resultados mais rapidamente

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SÃO PAULO – O cientista está cada vez mais concentrado na questão tecnológica, afirmou o professor do Departamento de Fisiologia do IBB (Instituto de Biociências de Botucatu) da Unesp (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”), Gilson Luiz Volpato.

“O papel do cientista é produzir conhecimento. Uma boa parte desse conhecimento pode ser aplicada e pode gerar tecnologia”, explicou Volpato.

A ciência que foca na produção tecnológica é denominada “aplicada” e é mais valorizada pelo mercado. Isso ocorre porque ela é dedicada ao avanço imediato, ou em trazer resultados mais rapidamente.

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Desenvolvimento
Embora o cientista tenha uma grande importância e a ciência nacional esteja crescendo, há pouco investimento neste campo no Brasil e, segundo Volpato, a formação de cientistas deve ser melhorada.

De acordo com Volpato, há países que valorizam mais a ciência. Os desenvolvidos, por exemplo, são os que mais investem nessa área. “Se o Brasil quiser virar uma país desenvolvido, terá de desenvolver primeiro a educação, depois a ciência”, afirmou o professor.