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Brasileiros gastam 5,9 horas por semana em sites pessoais durante expediente

O número aumentou na comparação com os resultados do ano passado, quando a média semanal de horas era de 4.7

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SÃO PAULO – A terceira edição da pesquisa Web@Work América Latina, realizada pela Websense, revelou que os brasileiros gastam 5,9 horas semanais (71 minutos por dia) navegando em sites pessoais durante o expediente de trabalho.

O número representa um aumento considerável, quando comparado aos resultados dos anos anteriores. Em 2006, a média semanal de horas era de 4,7 horas semanais, enquanto em 2005, os funcionários passavam 2,1 horas semanais em sites pessoais.

No entanto, os resultados mostram que os funcionários passam menos tempo em sites não profissionais do que os gerentes de TI imaginam. Quando questinados quanto tempo eles acreditavam que os funcionários gastam por semana em sites não relacionados ao trabalho, a resposta foi 7,6 horas.

Navegação pessoal

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Quando avaliados quais são os sites que mais distraem os trabalhadores de seus serviços, os Internet bankings ficaram em primeiro lugar, com 76%, aumento de 20 pontos percentuais em relação ao ano passado, quando foram indicados por 56% das pessoas.

Em segundo lugar, ficaram os sites de notícias, com 40% dos acessos, 34 pontos percentuais a menos do que o registrado em 2006 (74%).

Esses dois tipos de sites foram seguidos pelos e-mails pessoais, com 32%, os blogs (14%) e programas para ligações telefônicas via internet (14%).

Já os instant messengers são usados por 8% dos trabalhadores brasileiros para se comunicar com os amigos, durante o horário de trabalho.

Demissões

Quando questionados quais atitudes envolvendo a internet poderiam resultar em demissão, 56% dos gerentes de TI acreditam que o acesso a material impróprio pode fazer com que eles sejam mandados embora, opinião compartilhada por 44% dos funcionários brasileiros.

O mesmo percentual, 44% dos funcionários, disse crer que seria demitido se fosse pego fazendo download de música, vídeos ou software.

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Já 30% disseram que seriam mandados embora se colaborassem com o vazamento de informações importantes sobre a empresa e 28%, se permitirem que a rede seja infectada por spyware ou vírus.