Bombeiros são profissionais de maior credibilidade entre a população

Profissionais lideram o ranking nacional e internacional pelo 3º ano consecutivo. No Brasil, carteiros ficam com 2ª posição

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SÃO PAULO – Eleitos pela população como os profissionais mais confiáveis do Brasil pelo terceiro ano consecutivo, os bombeiros estão à frente de outros profissionais – em termos de confiabilidade – também em mais 18 países do mundo.

A constatação é da GfK – empresa especializada na execução de pesquisas de mercado –, que ouviu cerca de 19 mil pessoas (1.000 no Brasil), com idades acima de 15 anos,  para avaliar o nível de confiança da população em profissionais de diversos setores.

Ranking
De acordo com o estudo em questão, os bombeiros se mantêm no topo do ranking com índices de aprovação de 97% entre os brasileiros e de 94% na média geral dos demais países. Já os carteiros e os professores do Ensino Fundamental e Médio ficam em segundo lugar, com 91% das menções positivas quanto à credibilidade destes profissionais.

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Os médicos também destacam-se atingindo o terceiro lugar deste estudo, com 90% das menções, conforme a lista divulgada pela GfK.

ÍNDICE DE CONFIANÇA (2011)
PROFISSIONAISBRASIL INTERNACIONAL
Bombeiros97%94%
Carteiros91%84%
Professores do Ensino Fundamental e Médio91%85%
Médicos90%86%
Exército88%82%

Funcionários públicos em alta
Apesar de estarem na 13ª posição, a melhoria da imagem dos funcionários públicos entre os brasileiros foi uma das mais surpreendentes dos últimos anos, com um aumento de credibilidade de 10 pontos percentuais (passou de 56% para 66%).

Políticos em descrédito
Embora a percepção da população sobre os políticos tenha melhorado, a categoria segue na última posição do ranking, sendo a pior avaliada na média de todos os países pesquisados.

Para ter uma ideia, em 2010, o índice de confiabilidade dos brasileiros em tal classe era de 11% e, apesar dos números apresentarem um sutil aumento (19%), a desconfiança ainda prevalece.

Hoje, o Brasil só fica atrás da República Tcheca e Romênia, onde o número de pessoas que confiam no governo não ultrapassa 8% da população pesquisada.