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Um olhar para os FIIs para além da Faria Lima e do Leblon: a estratégia da Life Capital Partners

Gestora criada em 2021 foca em ativos localizados no Paraná e em Santa Catarina

Suzana Liskauskas

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Os fundos imobiliários (FIIs) estão em alta e devem ficar ainda mais atraentes neste ano, sobretudo os baseados em ativos de tijolo, em tempos de Selic abaixo de dois dígitos, como preveem os especialistas do mercado financeiro para o fim de 2024. Mas buscar o diferencial no setor imobiliário pode ir muito além de investir em setores ainda com pouca explorados na Bolsa, como o de logística.

O ponto fora da curva pode ser sair do circuito Faria Lima – Leblon, ou seja, deixar de lado os empreendimentos de São Paulo e Rio de Janeiro. Ousadia? Nem tanto para quem tem experiência com o mercado imobiliário no Sul do país, argumenta Christian Solon, sócio e gestor do portfólio de investimento imobiliário da Life Capital Partners (LCP).

Criada em 2021 com foco em investimentos alternativos, a LCP lançou um fundo imobiliário híbrido em 2022, o LIFE11, que investe recebíveis do setor de desenvolvimento urbano. Durante o Smart Summit 2024, evento que contou com a cobertura especial do InfoMoney entre os dias 25 e 26 deste mês, Solon defendeu a importância de olhar para além do tradicional no mercado financeiro. Atualmente, a casa possui R$ 1,5 bilhões sob gestão.

“A razão pela qual a gente foca no sul do Brasil é basicamente porque é uma região de difícil penetração para gestoras que estão localizadas no eixo Rio-São Paulo”, diz. “O importante para a LCP era explorar uma região que ninguém faz operações e criar um produto competitivo”, resume Solon.

Na análise do gestor, a escassez de crédito na região Sul facilita a obtenção de retornos superiores aos de operações negociadas em São Paulo. “Estamos baseados em Curitiba, com operações no Paraná e em Santa Catarina, primordialmente. Ao montar nosso portfólio, buscamos trabalhar com assimetria de risco. Tenho operações com risco similar a outras do mercado e com uma taxa de retorno maior”, diz o executivo.

O LIFE11 é um exemplo, segundo o gestor. “De março até agora, distribuímos, em retorno acumulado com reinvestimento de dividendos, aproximadamente 33% de rentabilidade na carteira”, ressalta Solon.

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