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Magalu quer diluir caixa para quitar dívida de curto prazo de R$ 3 bilhões, diz fonte

Melhora no cenário operacional e dos juros deve fazer varejista descartar novo follow-on

Felipe Mendes

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Com uma dívida de curto prazo avaliada em R$ 3 bilhões, muito se especula no mercado se o Magazine Luiza fará uma nova oferta de ações neste ano. A hipótese de um follow-on a valores bilionários ganhou força em novembro, mas não deve ser o caminho a ser seguido pelo conglomerado varejista, segundo apurou o IM Business.

Uma fonte com trânsito na empresa relatou que o plano, após a recuperação da margem bruta no terceiro trimestre de 2023, é liquidar as operações com caixa próprio.

Diferentemente do que fez antes do ciclo de alta dos juros, em 2022, a empresa não pretende fazer novas captações e deve enfrentar o ciclo de queda da Selic com o que tem em caixa – no terceiro trimestre de 2023, o caixa total foi de R$ 8,1 bilhões.

Isso será possível graças à melhora da rentabilidade e do controle das despesas vistos no último balanço. O grupo viu suas despesas financeiras caírem para R$ 456 milhões no período, pouco mais de 5% de sua receita (essa proporção era de 6,2% em 2022).

Loja do Magazine Luiza: empresa tem dívida bilionária para quitar neste ano (Divulgação)

Em 14 de janeiro, o Magalu terá de efetuar o pagamento de um título de dívidas avaliado em R$ 800 milhões. Em abril, vencerá R$ 1,5 bilhão em notas promissórias, valor que corrigido pode chegar a R$ 1,97 bilhão.

Procurado pelo IM Business, o Magalu ainda não respondeu. Caso o faça, a resposta será incluída neste texto.

IM Business

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