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Indústria volta a reduzir estimativas para produção e exportação de soja

Clima adverso no Centro-Oeste continua a motivar cortes

Fernando Lopes

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Os problemas climáticos que prejudicaram o plantio de soja na região Centro-Oeste do país nesta safra 2023/24 levaram a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) a promover novos cortes em suas estimativas para colheita e exportação do grão no ano que vem.

Segundo números divulgados nesta sexta-feira pela entidade, a produção deverá alcançar 160,3 milhões de toneladas, ante as 161,9 milhões previstas no início do mês. Se confirmado, o volume ainda será 1% superior ao registrado no ciclo 2022/23 (158,7 milhões de toneladas) e representará um novo recorde.

Vale lembrar, contudo, que a maior parte das consultorias que trabalham nesse mercado já aponta para uma colheita inferior a 160 milhões de toneladas. A Consultoria Agro do Itaú BBA, por exemplo, divulgou esta semana que passou a esperar 153 milhões.  

A Abiove manteve inalterada sua projeção para o processamento da matéria-prima em 2024 em 54,5 milhões de toneladas, 900 mil a mais que em 2023, mas reduziu a estimativa para as exportações de 100,2 milhões de toneladas para 99,3 milhões.

Apesar dessa nova redução, o cálculo da entidade para a receita das exportações de soja em grão no ano que vem foi mantido em US$ 52,6 bilhões, 1,3% menos que o valor previsto para este ano. Para os embarques do “complexo soja”, que inclui farelo e soja, a Abiove prevê receita de US$ 64 bilhões em 2024, US$ 3 bilhões a menos que em 2023.

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