Sociedade, Economia e Política
Economia
Pedro Paulo Silveira

Um BC sem restrições orçamentárias?

Por Pedro Paulo Silveira

Se subir os juros, o Copom estará lutando pela recuperação de sua credibilidade junto ao mercado e isso terá um custo

Tio Patinhas

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O PIB pode ter caído mais de 2% no terceiro trimestre

Por Pedro Paulo Silveira

Levando em conta a pesquisa do BC sobre o IBC-Br e outras variáveis, nosso modelo aponta para uma contração de 2,03% do PIB no terceiro trimestre. Ela será pequena se comparada às duas quedas da crise de 2008/2009. Porém, a queda total do PIB poderá fazer evaporar um total de renda/produção da ordem de R$ 2,1 trilhões. Isso e mais os lucros das empresas do Ibovespa e o novo “incentivo” do governo às empresas brasileiras é o tema do “post” de hoje.

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Um mercado híper-racional?

Por Pedro Paulo Silveira

A China divulgou os dados da balança comercial de outubro e eles revelam a contínua queda da demanda doméstica chinesa e do comércio global. Reagindo de forma exageradamente otimista, os mercados passaram a apostar em um novo plano chinês para reforçar sua economia em direção à meta de 7% de crescimento nesse ano. Mas não há razão alguma para essa “festa”.

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A produção industrial já cai mais de 7% em 2015

Por Pedro Paulo Silveira

Com a queda simultânea do Consumo das Famílias, Gastos do Governo e Investimentos privados, a indústria caiu 1,3% em setembro e acumulou queda de 7,4% no ano. Mesmo com a ajuda do câmbio, que melhora a competitividade da indústria brasileira, o setor deve amargar uma queda de mais de 9% em 2015. Em 2016 a queda será menor, mas ainda haverá queda.

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Balanços do setor não financeiro vêm com prejuízo de R$ 5 bilhões

Por Pedro Paulo Silveira

Dezessete empresas não financeiras do IBOVESPA anunciaram seus resultados nessa semana. Os prejuízos acumulam mais de R$ 5 bilhões, em parte por conta da desvalorização cambial, em parte por conta da contração da atividade econômica. Os preços só não caem mais, porque os agentes já haviam precificado essa queda ou porque colocam, nos mesmos, uma expectativa de recuperação.

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FED sinaliza para o aumento da probabilidade de alta do juro em dezembro

Por Pedro Paulo Silveira

Ontem o Federal Reserve dos EUA terminou a sua reunião de política monetária e manteve os juros básicos (fed funds) próximos à zero. Mas em seu comunicado à imprensa o Comitê deu alguns sinais que foram interpretados pelo mercado como avisos de que os juros podem subir em dezembro.

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Déficit público continua a aumentar com a contração da economia

Por Pedro Paulo Silveira

O déficit primário chegou a R$ 20 bilhões até setembro e resultada da queda da arrecadação. Em termos reais tanto as receitas como  os gastos estão em queda, mas as segundas caíram menos. Houve o impacto de demais de R$ 25 bilhões de aumentos de despesas com o judiciário, subsídios, com o governo do DF e as desonerações da folha de pagamentos. A deterioração fiscal agora está associada à contração da economia e à expansão dos gastos em alguns segmentos privilegiados.

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O FED não subirá os juros na quarta-feira

Por Pedro Paulo Silveira

O Comitê de Política Monetária do FED, o Banco Central dos EUA, anuncia amanhã sua decisão acerca dos juros. Apesar de todas as melhoras obtidas a partir do programa de estímulos Quantitative Easing, a recuperação da maior economia do planeta não convence a todos que é sustentável. Há um risco potencial de que o aumento dos juros possa abortar a recuperação e colocar a economia em recessão. Por isso é provável que o FED deixe a porta aberta para não subir os juros em dezembro.

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O Brasil pode perder mais de R$ 2 trilhões de renda até 2017

Por Pedro Paulo Silveira

O BC decidiu manter a taxa básica inalterada em 14,25%. Por mais que muitas pessoas possam considerar essa “falta de ação” prejudicial à credibilidade do BC, tudo indica que ele fez o que era possível no momento. Considerando os dados atuais, é possível que tenhamos mais de 2,5 milhões de pessoas perdendo o emprego nesse ano e um a perda de renda que, em termos relativos, pode chegar a mais de R$ 2 trilhões até 2017.

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Mais um rebaixamento da economia brasileira

Por Pedro Paulo Silveira

O rebaixamento da nota de crédito do Brasil é mais um fator negativo a pesar sobre as perspectivas da economia brasileira. Como a crise política continua a mostrar que não há solução à vista, é de se esperar que o Brasil perca o grau de investimentos até o segundo trimestre de 2016, no máximo.

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Perfil do blogueiro

Economista pela FEA-USP, CNPI, atua no mercado financeiro desde 1983 e hoje exerce funções de análise econômica e de valores mobiliários. pepa2906@gmail.com