Sociedade, Economia e Política
Economia
Pedro Paulo Silveira

A volatilidade nas máximas do governo Dilma

Por Pedro Paulo Silveira

A volatilidade do índice Ibovespa está perto dos 40%, perto das máximas do govenro Dilma. Esse nível de volatilidade indica as incertezas que estão dominando o mercado. Lá fora, o rali das commodities e das ações está se afastando dos fundamentos e aqui a crise política precisa realmente terminar.

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Um otimismo imoderado

Por Pedro Paulo Silveira

As bolsas globais estão em forte recuperação desde que o FED freou o seu processo de alta dos juros básicos. As commodities subiram forte e, apesar das notícias permanentemente ruins para as grandes economias, os mercados foram às compras. Aqui no Brasil a "virada de jogo" dada pela possível delação de Delcídio e pela condução coercitiva de Lula, fizeram o IBOVESPA acumular mais de 30% de alta na recuperação. Quais os riscos desse otimismo?

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Moody´s, atrasada, retira grau de investimento do país

Por Pedro Paulo Silveira

A agência Moody´s anunciou hoje que retirou a nota de Grau de Investimento do país. As outras grandes agência já haviam feito isso meses atrás e isso não representou novidade. O mercado brasileiro, já abatido pelas suas próprias idiossincrasias. O mercado global, distante desse evento, está derretendo por outras razões: crescimento e petróleo

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Em 2016 PIB de -3,96% e IPCA de 7,50%

Por Pedro Paulo Silveira

Após a divulgação do IBC Br pelo Banco Central é possível estimar uma queda do PIB em 2016 ao redor dos 4%

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O estouro da meta inflacionária de 2015

Por Pedro Paulo Silveira

A inflação medida pelo IPCA bateu 10,67% em 2015, muito acima do teto da meta do Sistema de Metas de Inflação que disciplina a política monetária a ser seguida pela autoridade monetária. Em documento, os diretores do BC responsabilizam os choques de oferta oriundos da seca e do câmbio, mas deixam uma porta aberta para um novo ciclo de alta. Esse movimento de elevação dos juros, no entanto, pode produzir os efeitos inversos aos desejados.

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Uma semana quente para os mercados globais

Por Pedro Paulo Silveira

Os EUA devem subir os juros na quarta feira e, antecipando parte desse movimento, as commodities continuam em derretimento. Hoje o petróleo Brent ficou abaixo dos US$ 36, coisa que aconteceu na grande crise de 2009. Aqui no Brasil, o STF decide o rito do processo para o impedimento da presidente Dilma Roussef. A volatilidade será enorme.

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O IPCA bateu os 10%, mas poderia ter chegado aos 14%

Por Pedro Paulo Silveira

O título chamativo parece exagerar os fatos para chamar a atenção, mas, tudo indica, o comportamento dos preços foi mesmo esse. A combinação da forte contração da economia impediu que a inflação subisse até os 14%. Mas, ao mesmo tempo, o choque do câmbio e da seca, se não tivessem existido, impediram que a inflação caísse abaixo do piso da meta do BC como efeito da forte contração da economia. Porém, o mercado continua dando um enorme peso aos fatores “estruturais” de seus modelos e subestimando os efeitos dos choques. Estimo, preliminarmente, que a inflação fique em 5,5% em 2016.

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Uma corrida global contra as commodities

Por Pedro Paulo Silveira

A Anglo American, mineradora global, anunciou um plano de demissão de 50% de seus trabalhadores, venda de 60% de seus ativos e não pagamento dos dividendos. Esse tipo de coisa está acontecendo aqui (Vale, Petrobras e siderúrgicas, por exemplo) e reflete o atual estado de governança global da economia. Enquanto os EUA aumentarão seus juros, Zona do Euro e Japão estão com taxas negativas. E isso vai fazer as coisas piorarem ainda mais.

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O Brasil dois trilhões mais pobre

Por Pedro Paulo Silveira

Com a queda de 1,7% no terceiro trimestre, a contração do PIB vai confirmando nossas estimativas mais pessimistas feitas um ano atrás. Ao final do ciclo depressivo a renda/produto do país estarão 18% abaixo do seu potencial se nada pior ocorrer até lá (fim de 2016). Essa perspectiva não parece ter uma alternativa e, portanto, é otimista demais tentar imaginar uma estabilização da economia real e dos mercados.

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A Crise fiscal nos números de outubro

Por Pedro Paulo Silveira

Hoje o Tesouro divulgou os seus resultados para Outubro e eles mostraram, uma vez mais, forte deterioração. As receitas tributárias caíram 5,4% nos primeiros dez meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Olhe a tabela abaixo e veja que as receitas mais vinculadas à atividade econômica afundaram.

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Perfil do blogueiro

Economista pela FEA-USP, CNPI, atua no mercado financeiro desde 1983 e hoje exerce funções de análise econômica e de valores mobiliários. pepa2906@gmail.com