Sociedade, Economia e Política
Economia
Pedro Paulo Silveira

Semana congestionada com viés de alta no mundo.

Por Pedro Paulo Silveira

A semana terá agenda lotada em todos os lados, com FED, BCE, BoE e BCB. Haverá, no entanto, tendência para sinalização de que a liquidez mundial e os juros muito baixos continuarão a impulsionar as bolsas e outros ativos. Aqui, o tema será a reunião do Conselho da Petrobrás, que precisa aprovar as contas do terceiro trimestre e definir o reajuste dos combustíveis.

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Situação fiscal do Tesouro piora em setembro.

Por Pedro Paulo Silveira

Com o Banco do Japão anunciando nova expansão monetária os mercados subiram com força. Aqui no Brasil, no entanto, o Tesouro anunciou um resultado que confirma que teremos um déficit primário pela primeira vez em décadas. Os custos dessa situação são elevados e suas causas administráveis. É o que discuto no "post" de hoje.

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Os BC´s e a ladainha da credibilidade

Por Pedro Paulo Silveira

Um discurso um pouco mais altista de juros no FED e a alta de 0,25% da SELIC no Brasil,  foram suficientes para deixar os economistas dos mercados muito felizes. A demonstração de alergia à inflação faz com que os mercados fiquem sensivelmente mais alegres e otimistas, mesmo que isso não represente, de fato, a solução dos graves problemas econômicos nem dos EUA e nem do Brasil. Nos EUA o PIB veio mais acelerado que o esperado e os resultados de Vale e Petro estão movimentando o pregão da Bovespa.

Tombini mão - 19/02/13

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O FED manterá o discurso suave.

Por Pedro Paulo Silveira

Hoje Janet Yellen deve repetir seu discurso suave, procurando mostrar que juros e liquidez continuarão como estão por muito mais tempo. Aqui no Brasil o BC também não deve mexer na taxa básica. A arrecadação de setembro bateu recorde para o mês, mas a renúncia fiscal do ano chegou em R$ 76 bilhões. Essa discussão deve ficar mais tensa quando o tesouro anunciar o resultado fiscal.

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A agenda do mercado não vai colar no curto prazo.

Por Pedro Paulo Silveira

O mercado está definitivamente engajado no "terceiro turno" da economia: impor ao governo Dilma a sua agenda. Acredito que, apesar das dificuldades extremas enfretadas pelo governo, ele não se entregará e isso será fonte de turbulências por um bom tempo. O IPC Fipe mostra os aliemntos em alta forte e, nos EUA, dados apontam para manutenção do discurso "dovish" de Janet Yellen.

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A vitória de Dilma implica em manutenção da política econômica atual.

Por Pedro Paulo Silveira

Os mercados derreteram com a vitória de Dilma. Apesar da imprensa falar em "diálogo", os pontos centrais do que é reclamado pelos mercados não vão ser entregues de bandeja por Dilma tão cedo. Corte da oferta do crédito, corte de gastos e aumento de impostos e mudança na gestão da Petrobrás não devem ser vistos como um programa a ser realizado nos primeiros meses desses quatros anos. O máximo que considero provável é uma leve alta dos juros para alegrar aos mais descrentes com a dinâmica inflacionária.

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Efeito "Lurian" ou efeito "Maluf"?

Por Pedro Paulo Silveira

O mercado, pelos preços atuais, parece ter colocado uma chance próxima de 40% da pesquisa da IstoÉ estar certa e da denúncia de Veja em produzir um efeito "Lurian". Acho essa aposta pesada demais, já que Ibope e Datafolha parecem ser menos enviesados e o efeito "Lurian" pode virar um efeito "Maulf".

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Mercado azeda com desemprego menor

Por Pedro Paulo Silveira

No penúltimo pregão nates da eleição os mercados estão mais azedos, formando posições mais defensivas frente ao risco de reeleição. Hoje saem duas pesquisas, Datafolha e Ibope, e tudo indica que ninugém quer se expor em demasia. A taxa de desemprego de setembro foi a mais baixa da série e a renda real subiu 0,45% no ano paesar da baixa criação de empregos e da alta inflação.

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Dilma se mantem à frente a quatro dias da eleição.

Por Pedro Paulo Silveira

A pesquisa Datafolha anunciou que Dilma tem 52% dos votos válidos contra 48% de Aécio. Pela margem de erro eles podem estar empatados ou Dilma pode estar na frente com 8% de vantagem. O quadro eleitoral ainda está indefinido, seja pelos 28 milhões de pessoas que não votaram no primeiro turno, seja pelos 4 milhões que, pela Datafolha, se mantêm indecisos.

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Perfil do blogueiro

Economista pela FEA-USP, CNPI, atua no mercado financeiro desde 1983 e hoje exerce funções de análise econômica e de valores mobiliários. pepa2906@gmail.com

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