Sociedade, Economia e Política
Economia
Pedro Paulo Silveira

O governo está perdido por 48 votos

Por Pedro Paulo Silveira

A ruptura do PMDB do Rio com o governo Dilma, o seu mais fiel aliado dentro do partido, sinaliza para a derrota definitiva do governo tanto na comissão da câmara como na votação em plenário. Diante disso, a semana deve ter bolsa em alta, dólar e juros em baixa. Mas há, como em tudo na vida, alguns contrapontos.

Michel Temer

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O mercado aposta em acordo político após o impeachment

Por Pedro Paulo Silveira

Vai ficando claro que os partidos políticos tendem a se proteger da evolução dos processos criminais por meio de um grande acordo após o impeachment da presidente Dilma. Com Temer na presidência e boa parte da oposição nos ministérios, espera-se que os ímpetos investigativos da lava a jato sejam freados e, se possível, eliminados. Essa solução, que exclui qualquer capacidade de reação do PT, parece animar os mercados. É isso o que está nos preços praticados hoje.

Michel Temer

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Caged e IBGE mostram a economia em queda livre

Por Pedro Paulo Silveira

A desaceleração do IPCA-15 de 1,42% para 0,43% decorre da queda dos preços da energia, dos alimentos e da queda do dólar. Mas um dos fatores que ajudará a inflação recuar de 10,5% em 2015 para algo como 6,7% nesse ano, é a forte contração do PIB. O desemprego mostra isso.

Fevereiro é um mês que normalmente é de contratações e não demissões (Wikimedia Commons)
Fevereiro é um mês que normalmente é de contratações e não demissões (Wikimedia Commons)

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A Petrobrás e seu prejuízo histórico

Por Pedro Paulo Silveira

Ao lançar R$ 49 bilhões de baixas em seus ativos a petroleira produziu um dos maiores prejuízos da histórica do capitalismo brasileiro. Em parte pela condução equivocada em anos anteriores, em parte pela queda violenta dos preços internacionais do petróleo, a empresa esta encolhendo. O seu maior desafio é encontrar uma saída para conter o aumento de seu endividamento em relação à sua capacidade de geração de caixa.

etanol

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O que esperar do resultado da Petrobras?

Por Pedro Paulo Silveira

Hoje, após o pregão, a Petrobras deve anunciar o seu resultado do quarto trimestre do ano passado

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A aversão ao risco derrete no mundo

Por Pedro Paulo Silveira

O BC dos EUA manteve os juros inalterados e ainda sinalizou altas menores nesse ano. Apesar disso a taxa de crescimento continua patinando e as condições do mercado de trabalho não melhoram. O que faz com que as economias se mantenham tão resistentes aos enormes pacotes de estímulos feitos pelos maiores BCs do mundo?

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O fim da crise e o último delator

Por Pedro Paulo Silveira

Na Teoria dos Jogos o dilema dos prisioneiros encontra um equilíbrio - o de Nash - quando não há um resultado melhor para cada jogador. A delação tem um "pay-off" para cada participante, mas nem sempre há equilíbrio. O jogo atual só terá equilíbrio se após atingirem seus objetivos, os vencedores garantirem que não haverá mais delações. Caso contrário, corremos o risco de continuidade dessa crise de hegemonia. Tal como na primavera árabe, em versão nacional.

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O PIB deve cair 4,20% no ano

Por Pedro Paulo Silveira

A divulgação do IBC-Br mostrando queda de 0,61% em janeiro indica que o PIB do primeiro trimestre poderá cair 1,4%. No ano a queda poderá ser maior do que estimam os contribuidores do Sistema de Expectativas do BC, que avaliam uma contração de 3,54%. A minha aposta continua sendo uma contração de 4,20% e inflação de 6,7%.

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BCE reduz os juros para -0,4%

Por Pedro Paulo Silveira

Em um dia de agenda lotada o BCE reduziu sua taxa de juros para -0,4% como forma de combater a deflação que está se abatendo sobre a Zona do Euro. Aqui no Brasil IGP-M, Varejo e Ata do Copom indicam que o nível de atividades está reduzindo fortemente a pressão sobre os preços.

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A inflação despenca e alimenta o otimismo

Por Pedro Paulo Silveira

O IPCA de fevereiro já acusou os impulsos das quedas de preços de alimentos e de energia. O primeiro trimestre do ano passado teve uma alta do IPCA de 3,83% e deverá ter uma a de 2,65% nesse ano. Os juros estão desabando com o aumento das apostas na redução da SELIC. Amanhã o BCE poderá reduzir os juros ainda mais para conter a deflação de corrói a Zona do Euro.

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Perfil do blogueiro

Economista pela FEA-USP, CNPI, atua no mercado financeiro desde 1983 e hoje exerce funções de análise econômica e de valores mobiliários. pepa2906@gmail.com

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