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Resoluções de Ano Novo

No clima de início de ano, você já está com a sua lista de resoluções para 2019 pronta ou ainda está se recuperando da ressaca das festas?

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores.

Champanhe
(Shutterstock)

No clima de início de ano, você já está com a sua lista de resoluções para 2019 pronta ou ainda está se recuperando da ressaca das festas?

Muita gente coloca nessas listas dinheiro, melhorar a parte financeira ou usar amarelo na virada, mas logo nos primeiros meses já perde o afinco em cuidar do dinheiro de uma maneira melhor.

É tão comum isso acontecer, mas não podemos baixar a guarda. Hoje, vou falar de um ativo que não pode faltar na carteira de investimentos de ninguém para este ano.

Abre parênteses

Antes de começar, vou abrir um paralelo.

Lá no México, as crianças começam a comer pimenta desde cedo, e assim já ficam acostumadas com o sabor mais picante que está presente nos principais pratos da culinária mexicana.

Apenas com isso, o leitor mais atento já sabe que irei falar de renda variável, que é justamente a pimenta para os nossos investimentos.

Mas não precisa se assustar, porque se as crianças conseguem se habituar, você facilmente se ajustará e incrementará este novo ingrediente ao seu portfólio - já que as vantagens são as mais variadas.

Se a pimenta é rica em vitaminas com diversas propriedades benéficas a você, adicionar renda variável é ideal para dar aquela força extra que os seus rendimentos precisam.

Mas, é claro, é preciso acertar a dose. A quantidade não pode ultrapassar o agradável ardor que realça o sabor das comidas para se tornar insuportável a ponto que você não consiga manter sua parcela em renda variável (e ainda perca o sono).

Além disso, são vários tipos de pimenta para se adequar a cada prato, da mesma forma que você pode optar por escolher qual tipo de renda variável irá incluir. Você pode comprar as ações nas quais vê bom potencial de valorização ou delegar para que um gestor faça este trabalho para você, aplicando em um fundo de investimentos. Ou ainda aplicar em fundos que seguem determinado índice, os ETFs. O que não faltam são opções.

A única coisa que não vale - de todas as variações disponíveis - é que você deixe de ter renda variável em 2019.

Então, vamos aos principais motivos que tornam esta modalidade tão interessante neste ano que apenas está começando.

Como você já sabe, há muita expectativa em torno do próximo presidente eleito, Jair Bolsonaro, em relação a como serão conduzidas as reformas que o Brasil tanto precisa. Em especial, este primeiro semestre é o período de lua de mel com o Congresso, e, portanto, a hora ideal para conseguir a aprovação de algumas medidas necessárias.

Com as devidas reformas, a confiança do empresário é retomada e, assim, a economia passa a ter mais subsistência para crescer.

Ademais, o fluxo estrangeiro (que anda um tanto quanto tímido e receoso) retorna às nossas terras tupiniquins. E essa vinda de muito capital para cá impulsiona a Bolsa a níveis nunca antes vistos.

Portanto, para que você possa ganhar com este boom, é preciso se posicionar o quanto antes. É para aproveitar a festa toda e não apenas o finalzinho, perdendo a melhor parte.

Quem esperar apenas a próxima festa de Réveillon pode deixar para trás lucros muito interessantes.

Se você ainda não investe em renda variável, conte para mim os principais motivos que eu vou deixar bem claro porque não vale a pena ter esse medo e não colocar um pouquinho de pimenta em seus investimentos.

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores.

 

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Glenda Ferreira

Nascida em Cassilândia (MS), é economista formada na Facamp-SP. Gosta de comer em bons restaurantes e viajar para conhecer outras culturas.

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O estrategista-chefe é formado em Economia na FEA-USP. Especialista em renda fixa, é maratonista e pai da golden retriever Ibove.

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Gestor especialista em fundos, é formado em Economia na FEA-USP. Também corre maratonas e passa os finais de semana em Serra Negra (SP).

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Especialista de ações há 15 anos, é formado em Administração na FGV. Gosta de música e futebol, e pega ondas nas horas vagas.

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Felipe Berenguer

Responsável pela análise política, estuda administração pública na FGV. Acredita nas instituições e na democracia, e seu amor é o Santos FC.

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