Tragédia não sela destino das eleições, mas pode levar a novo patamar

Por #épolítica

Marina Silva (PSB/Rede) não é bem vista por parte da militância do PSB, criou uma série de dificuldades para a concretização de acordos regionais e teria uma tarefa difícil de coordenação partidária. Tudo mais mantido constante, a ausência de um terceiro candidato competitivo pode dificultar a concretização de um segundo turno.

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Bancos optam por hedge eleitoral, em vez de terrorismo financeiro

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Dizer que atores do mercado financeiro não possuem influência sobre as eleições seria um absurdo. Mas parece que isso está mais associado ao dinheiro distribuído do que aos palpites dados.

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A tragédia do PFL/DEM: Parte II - A perda de prefeitos e da oligarquia

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A escolha do senador tucano Aloysio Nunes como candidato a vice na chapa encabeçada pelo também tucano Aécio Neves transformou-se numa cabal demonstração do esgotamento quase completo do Democratas - fundado como PFL - como partido de primeira ordem da política brasileira. Este enfraquecimento tem raízes na desconexão oligárquica do partido com a perda da sua base de poder nos municípios brasileiros, sobretudo nas duas regiões mais pobres do país - Norte e Nordeste. De partido fundamental para a estabilidade, o Democratas tornou-se um ator inexpressivo no sexto embate eleitoral entre PSDB e PT.

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Compra ou vende? A crônica do apreçamento apressado do segundo turno

Por #épolítica

O mercado brinda as ações das estatais, como se a pesquisa de julho fosse capaz de mostrar um quadro consolidado. Mas como especulação e apostas são sempre bem vindas, e o mercado adora dizer que é sensível, confesso que findo me divertindo com expectativas

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Datafolha mostra que rejeição a Dilma é o maior trunfo da oposição

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No limite, não é possível afirmar com segurança que houve mudança no primeiro turno em relação ao último Datafolha, ao contrário do que houve com os cenários de segundo turno. Uma das interpretações possíveis ao atual cenário é que o sentimento "anti-Dilma", de rejeição à atual presidente, é mais forte que o sentimento de apoio a seus principais adversários. As intenções de voto em Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) continuam no mesmo patamar atingido no início de maio.

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Bacanais partidários?

Por #épolítica

Não existe novidade e tampouco deve ser visto como aberração o fenômeno das alianças entre partidos nos estados brasileiros. Os estímulos locais e as lógicas regionais são mais fortes, apesar de que o eleitor poderia ter um pouco mais de capacidade de punir alguns acordos. A despeito disso, o fato é que uma análise histórica das alianças mostra tendências razoáveis e uma avaliação da atualidade aponta alguns partidos mais e outros menos apegados a comportamentos federais.

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Copa do Mundo e eleições: a lógica votopédica

Por #épolítica

Passada o que para muitos foi uma hecatombe nuclear no Mineirão, a pergunta a ser respondida pelos analistas políticos é se a eliminação da Seleção nas seminais da Copa do Mundo terá repercussões eleitorais. Nossa hipótese é que as primeiras semanas do evento mostraram uma organização melhor que a esperada e isto, primordialmente, teve impacto positivo na intenção de voto em Dilma Rousseff.

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Datafolha é positivo para Dilma Rousseff; nem mais, nem menos

Por #épolítica

Nada muda o fato de que as intenções de voto em Dilma Rousseff (PT) cresceram mais que a margem de erro - algo que não ocorreu com seus oponentes no mesmo período. Simples assim, embora tenha sido possível constatar alguns malabarismos analíticos, tentando transformar o crescimento de Dilma em algo negativo para sua candidatura. Esse alívio, contudo, não altera substancialmente o cenário mais provável de um segundo turno.

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A tragédia do PFL/Dem: sem o vice de Aécio e perto da insignificância

Por #épolítica

A escolha do senador Aloysio Nunes (PSDB) como candidato a vice-presidente, na chapa encabeçada pelo também senador Aécio Neves (PSDB), transformou-se no principal evento político da semana, ainda que esteja longe de ser uma surpresa. Algo que pouca gente parece ter notado é como esta escolha demarca a insignificância política daquele que já foi um dos maiores partidos brasileiros - o PFL/Democratas.

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Rejeição pressiona Dilma e se compara à do segundo mandato de FHC

Por #épolítica

Dados recentes indicam que as vaias escutadas pela presidenta na Arena Corinthians são, sim, uma expressão da relativa rejeição a seu governo, algo comparável ao que ocorrera com Fernando Henrique Cardoso ao final de seu segundo mandato

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Perfil dos blogueiros

Ivan Fernandes, doutor em Ciência Política pela USP, professor da UFABC e da Fundação Mario Covas. Atuou como pesquisador visitante na Universidade de Illinois em Urbana Champaign em 2012 e foi professor nos cursos de graduação em Direito e Relações Internacionais na FMU.

Vítor Oliveira é graduado em Relações Internacionais e mestre em Ciência Política, ambos pela USP. É consultor da Pulso Público - Relações Governamentais e professor da Fundação Mario Covas.

Humberto Dantas é mestre e doutor em Ciência Política pela USP, professor do Insper e coordenador de cursos de pós-graduação na FESP-SP e na FIPE-USP, além de apresentador da Rádio Estadão.
eh.polit@gmail.com