Com ou sem plebiscito, a reforma política pode ser uma cilada

Por #épolítica

Obviamente, a ideia de aperfeiçoar o sistema eleitoral é interessante. Mas a maior parte das mudanças radicais apenas traria instabilidade ao sistema, ou distanciaria o eleitor do processo decisório. Não dá para fazer mágica!

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Com drama e sem aceno aos mercados, Dilma mostra força da democracia

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Como saldo positivo desta campanha, em nenhum momento a legitimidade do pleito foi posta em questão, mesmo com uma vitória apertada da candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Não há espaço para hegemonia de qualquer partido político – seja sobre o Congresso ou sobre o voto – e nem existe nenhum midas político no Brasil.

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Debate e novas denúncias não devem reduzir chances de Dilma Rousseff

Por #épolítica

O eleitorado sensível à temática da corrupção já migrou para a candidatura de Aécio a longa data, sobretudo por não ser de hoje o esforço do PSDB em rotular o partido adversário como mais afeito à corrupção (seja verdadeiro ou falso tal argumento).

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Dilma melhora desempenho e empata com Aécio no eleitorado de baixa renda

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Eleitor de 2 a 5 salários mínimos é o retrato da disputada acirrada, dividido igualmente entre Dilma e Aécio. Tucano perde vantagem obtida no início do segundo turno, mas ainda possui o melhor desempenho do PSDB no segmento desde 2002.

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Menos alinhado ao PT, eleitor de baixa renda pode dar vitória a Aécio

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O favoritismo dos candidatos petistas desde 2006 se deu pela supremacia no segmento de renda familiar até cinco salários mínimos. Se os críticos do Lulismo estão certos, o eleitor mais pobre continuará a ser governista, enquanto a faixa intermediária – entre 2 e 5 salários mínimos – poderá votar na oposição, por conta da queda na avaliação do governo Dilma

Aécio Neves pode ganhar de Dilma com eleitor de baixa renda (Reprodução/ PSDB e PT)
Aécio Neves pode ganhar de Dilma com eleitor de baixa renda (Reprodução/ PSDB e PT)

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Com Dilma ou Aécio, quais os cenários para a relação com o Congresso?

Por #épolítica

Em 2014, com a distribuição de votos verificada nas urnas, o número efetivo de partidos (cálculo feito na ciência política para determinar a quantidade de legendas com peso um parlamento) subiu para 12,45, o que representa o mais alto número desde 1946.

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Nova Política? PT e PSDB fazem, do Brasil, um país normal

Por #épolítica

Já há algum tempo em que a política nacional é organizada pela competição entre PT e PSDB, estruturando-a em torno de dois polos ideologicamente distintos. Longe de estar tudo perfeito, apenas significa que o Brasil é um país normal – parem com citações apócrifas do general De Gaulle, por favor, e deixem a síndrome de vira lata de lado.

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Frágil no 2o turno, Marina perde apelo estratégico para eleitor tucano

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Embora a diferença entre Aécio e Marina tenha diminuído significativamente no primeiro turno, ambos passaram a ocupar a mesma posição relativa a Dilma nos cenários de segundo turno, algo que pode reorientar a ação estratégica do eleitor

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Marina não é Russomano, mas devolve votos a tucanos e petistas

Por #épolítica

Tão logo Marina Silva chegou, anunciou-se o fim da polarização. Já conhecida do eleitor por conta de 2010 e com um discurso que foi capaz de mobilizar um estoque de eleitores tidos por indecisos, a candidata partiu de um patamar alto. Mas o “fenômeno” Marina tornou-se maior ao ser inflado por eleitores afeitos a PT e PSDB, para os quais – imagina-se – parecia não haver contradição no voto marinheiro e seu gosto pessoal.

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Coalizão de governo não é coligação eleitoral

Por #épolítica

O PSB de Marina é um partido em ascensão, mas ainda não está entre as principais estrelas do Congresso Nacional. Tal posição ainda é ocupada pelo triunvirato entre PT, PSDB e PMDB. Sua capacidade de governar – caso vença – passou a ser debatida ferozmente, tanto das propagandas eleitorais petistas, quanto tucanas.

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Perfil dos blogueiros

Ivan Fernandes, doutor em Ciência Política pela USP, professor da UFABC e da Fundação Mario Covas. Atuou como pesquisador visitante na Universidade de Illinois em Urbana Champaign em 2012 e foi professor nos cursos de graduação em Direito e Relações Internacionais na FMU.

Vítor Oliveira é graduado em Relações Internacionais e mestre em Ciência Política, ambos pela USP. É consultor da Pulso Público - Relações Governamentais e professor da Fundação Mario Covas.

Humberto Dantas é mestre e doutor em Ciência Política pela USP, professor do Insper e coordenador de cursos de pós-graduação na FESP-SP e na FIPE-USP, além de apresentador da Rádio Estadão.
eh.polit@gmail.com