"Não" da Grécia é tentativa de virar o jogo político da Zona do Euro

Por #épolítica

Vitória do "não" na Grécia destaca papel político da união monetária. Após anos de contração fiscal e elevado custo social, os gregos parecem ter chegado à conclusão de que não faz sentido ser parte do clube, sem que haja solidariedade política dos parceiros-credores.

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Maioridade Penal, Congresso e Sociedade – um conto republicano.

Por #épolítica

Nesta semana o debate político foi pautado pelo tema da redução da maioridade penal. Entre as inúmeras questões que podem ser levantadas, a disputa surpreendeu ao colocar em confronto uma clara maioria contra uma mobilizada minoria. O exercício da democracia se realiza na disputa entre estes grupos. E os resultados dos embates parlamentares desta semana indicam claramente que seja qual for a decisão final, as instituições políticas brasileiras são muito fortes.

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O parlamentarista impiedoso

Por #épolítica

Eduardo Cunha não conseguiu sequer emplacar o Distritão e teve que manobrar para aprovar o financiamento empresarial de campanhas. O parlamentarismo é mais complexo, mas ele afirma que “sente o momento”.

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O Fim do Lulismo

Por #épolítica

É difícil imaginar que a recuperação da economia brasileira ocorrerá em velocidade suficiente para que o Lulismo sobreviva. Assim, o retorno de Lula em 2018 pode não apenas ser inócuo, como também um erro estratégico, visto que o PT precisa lidar  o quanto antes com o realinhamento do eleitorado brasileiro.

Lula

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O dia em que o rabo abanou o cachorro - Senadores e a Venezuela

Por #épolítica

Discutimos a atuação dos representantes brasileiros tanto do Poder Executivo quanto do Poder Legislativo no imbróglio causado pela Comitiva de Senadores de oposição que visitaram a Venezuela.

Políticos na Venezuela

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Eduardo Cunha, ou a inesperada virtude do rolo compressor do governo

Por #épolítica

A Coalizão de governo, quando majoritária, cria o Cartel Legislativo - o famoso “rolo compressor do governo”. Desde sempre que o PMDB é o parceiro petista menos confiável - suficiente até então, mas o processo político que culminou na chegada de Eduardo Cunha à presidência da Câmara evidenciou que a Coalizão não mais funcionava como Cartel.

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Alucinações eleitorais tucanas e as disputas de 2018

Por #épolítica

Alckmin no PSB, Serra no PMDB e Aécio no PSDB. O vislumbre da derrota eleitoral petista agita o ninho tucano e pode levar a cabo algumas das especulações sobre a disputa presidencial que, até então, pareciam apenas alucinação.

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Sem dar autonomia a ministros, Dilma pode fomentar fisiologismo

Por #épolítica

Centralizadora, presidente confere a partidos apenas o gerenciamento de recursos e a parceria eleitoral. Autonomia a ministros aumentaria recompensa a partidos da coalizão sob a forma de políticas públicas.

Dilma pode fomentar fisiologismo (Cadu Gomes / Fotos Públicas)
Dilma pode fomentar fisiologismo (Cadu Gomes / Fotos Públicas)

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Com Levy na Fazenda, Dilma deixa de gerir a Coalizão apenas com cargos

Por #épolítica

Novo ministro dá indícios de que presidenta passará a abrir mão da exclusividade na formulação de políticas públicas, dando maior espaço às preferências dos aliados, o que pode significar uma melhora substantiva na coordenação política e na capacidade de implantação de políticas públicas.

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Como explicar o aumento da rejeição ao PT durante a eleição de 2014?

Por #épolítica

Não foi somente na eleição presidencial que houve queda de votos. No estado de São Paulo também diminuiu consideravelmente os votos para todos os cargos disputados pelos petistas: deputado estadual, federal, senador e governador.

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Perfil dos blogueiros

Ivan Fernandes, doutor em Ciência Política pela USP, professor da UFABC e da Fundação Mario Covas. Atuou como pesquisador visitante na Universidade de Illinois em Urbana Champaign em 2012 e foi professor nos cursos de graduação em Direito e Relações Internacionais na FMU.

Vítor Oliveira é graduado em Relações Internacionais e mestre em Ciência Política, ambos pela USP. É consultor da Pulso Público - Relações Governamentais e professor da Fundação Mario Covas.

Humberto Dantas é mestre e doutor em Ciência Política pela USP, professor do Insper e coordenador de cursos de pós-graduação na FESP-SP e na FIPE-USP, além de apresentador da Rádio Estadão.
eh.polit@gmail.com