Fosse 2012 diferente e a história em São Paulo-SP seria outra

Por #épolítica

O PSDB não tem o hábito, em São Paulo, de oxigenar a construção de novas lideranças. Se tivesse lançado uma alternativa nova em 2012 na cidade, e muito provavelmente a alocado no governo do estado depois de derrotada, hoje o agente seria deputado federal ou estadual eleito em 2014 e forte postulante ao cargo de prefeito em 2016.

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Lula não precisa de FHC para que o PSDB contenha impeachment de Dilma

Por #épolítica

PSDB e PT detém o duopólio presidencial e as barreiras para novos entrantes nesse mercado são enormes. Num momento de fragilização do polo petista, é natural (e nada presunçoso) que os tucanos calculem conquistar a vitória em 2018. Assim, a quem interessa o impeachment? O PMDB é um forte candidato, visto que poderia utilizar a vitrine da presidência e da crise para tentar furar o duopólio.

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Contagem para crise final: impeachment político e econômico

Por #épolítica

Nas últimas semanas os ambientes político e econômico do Brasil estão em profunda deterioração. A crise econômica abraça a crise política e ambas se reforçam mutuamente. Parece que o fim é inevitável. Apenas alguns meses nos separam de grandes comoções. Os erros do governo se avolumam, tanto na esfera política quanto na esfera econômica. As denúncias de corrupção e irregularidades se consolidam. O fundo do poço ainda não chegou. O momento é pouquíssimo auspicioso para o povo brasileiro. O que será de nós com o desenrolar de toda a crise, ainda dá pra ser otimista?

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A força da Câmara e de seu presidente

Por #épolítica

Quem é o presidente da Câmara? Um Dom Quixote que investe fortemente contra os moinhos? Um personagem de seriado maquiavélico? Um típico boi de piranha capaz de desestabilizar o cenário político e consolidar planos de líderes que ainda não se mostraram claramente?

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Lava Jato corrói poder de Cunha e pode minar impeachment

Por #épolítica

Com o rompimento da última semana, aumentam as chances de embate direto entre o presidente da Câmara dos Deputados e a presidente da República. No entanto, o avançar da Lava Jato tende a dificultar a capacidade de articulação de Eduardo Cunha no Colégio de Líderes, reduzindo sua influência sobre o processo legislativo.

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GRÉCIA ou GREXIT – Breve suspiro sem solução: o furor moral

Por #épolítica

Nesta semana o Parlamento Grego aceitou os termos do EuroGrupo e se comprometeu com a proposta / exigência de seus credores e aprovou o pacote de mais reformas econômicas austeras. A aprovação foi exigida como um pré-requisito pelos negociadores alemães para a consumação do novo resgate da União Europeia. O que mudou no tabuleiro europeu com esta transformação? Como a crise econômica torna-se cada dia mais uma crise política que ameaça a integração europeia? É isso que tentamos responder neste artigo.

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A justiça ou os justiceiros?

Por #épolítica

Delações, sobretudo aquelas que se tornam conhecidas, têm servido de subsídios para ações e processos infinitamente mais complexos e não podem ser confundidas com um certo ar de espetáculo que tem se dado a elas. Não se trata aqui de criticar o papel da imprensa, ao menos não é esse o intuito desse texto. Mas sim de compreendermos que tudo o que se diz e o que se faz está inserido em contexto processual mais amplo.

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O Brasil de Dilma – um governo de minoria, sob a regra da maioria

Por #épolítica

Após anos tendo recompensas menores que o esperado em políticas públicas e cargos, mas sem o bônus eleitoral de ser parte do governo para contrabalançar, em função da baixíssima popularidade de Dilma Rousseff, qual motivo seguraria o bloco liderado pelo PMDB sob o controle do Planalto?

Dilma Rousseff

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A crise da dívida grega: é a POLÍTICA ESTÚPIDO

Por #épolítica

Mais uma vez o debate econômico e o político se misturam. Nesse artigo discutimos as raízes políticas do impasse europeu e como não podemos considerar como tão claro o resultado do plebiscito grego como uma grande vitória da democracia. A disputa política e a legitimidade democrática das decisões na União Europeia e na Zona do Euro são muito mais complexas que o debate apresentado na última semana.

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Por qual via Dilma cairia?

Por #épolítica

O PSDB parece firme no propósito de afastar Dilma Rousseff do poder, com base em quatro possíveis questões. O desafio, nesses casos, é saber se temos instituições maduras para que isso ocorra legalmente e, principalmente, se o que derruba uma não seria capaz de derrubar tantos outros, inclusive os próprios acusadores.

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Perfil dos blogueiros

Ivan Fernandes, doutor em Ciência Política pela USP, professor da UFABC e da Fundação Mario Covas. Atuou como pesquisador visitante na Universidade de Illinois em Urbana Champaign em 2012 e foi professor nos cursos de graduação em Direito e Relações Internacionais na FMU.

Vítor Oliveira é graduado em Relações Internacionais e mestre em Ciência Política, ambos pela USP. É consultor da Pulso Público - Relações Governamentais e professor da Fundação Mario Covas.

Humberto Dantas é mestre e doutor em Ciência Política pela USP, professor do Insper e coordenador de cursos de pós-graduação na FESP-SP e na FIPE-USP, além de apresentador da Rádio Estadão.
eh.polit@gmail.com