Em b3

A ação que tem motivos para "comemorar" com os efeitos da greve dos caminhoneiros

Bancos reforçaram a recomendação de compra para B3 após os fortes dados operacionais de maio

Greve caminhoneiros
(Marcelo Pinto/APlateia)

SÃO PAULO - A greve dos caminhoneiros, que paralisou o ritmo abastecimento de alimentos e combustíveis em todo o País, deixou cicatrizes no mercado, seja pela derrocada das ações da Petrobras (PETR4), como pela redução da expectativa de crescimento da economia. Contudo, toda a volatilidade gerada em meio a queda de 10,87% do Ibovespa e a disparada de 6,5% do dólar foi "comemorada" pela B3 (B3SA3), como mostram os números operacionais do mês passado.

Em maio, o ADTV (Volume Financeiro Médio Diário, na sigla em inglês) do segmento Bovespa bateu recorde e atingiu R$ 14,2 bilhões, crescimento de 48% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho excepcional também foi conferido no segmento BM&F, com o volume médio diário subindo 52,6% frente maio de 2017, atingindo a marca recorde de R$ 5,1 bilhões. Segundo os analistas do BTG, esses números evidenciam a influência positiva da volatilidade da greve dos caminhoneiros no mercado.

Diante dos dados operacionais de abril e maio acima do esperado, os analistas do Credit Suisse reforçaram a expectativa de um forte resultado para o segundo trimestre deste ano, reiterando a recomendação de "outperform" para as ações, destacando também o atrativo valuation da empresa depois da queda de 14% em maio.

Na mesma linha, os analistas do BTG reforçaram sua recomendação de compra para o papel, diante dos fortes resultados previstos para o trimestre, projetando semelhante desempenho em outubro (eleições de 2018), como sugere para o investidor aproveitar o recente sell-off para 'pagar barato' pela empresa, que retornou para o fundo de junho/julho marcado no ano passado na faixa de R$ 25,00.

Quer aproveitar essa oportunidade de compra e ainda pagar a menor corretagem do Brasil? Clique aqui e abra sua conta na Clear

 

Contato