Volkswagen: plano de recuperação vai funcionar?

A VW enfrenta sua maior reestruturação

A montadora alemã aprovou o que considera a transformação mais profunda de seus 89 anos de história, com cortes, redução de modelos e mudanças nas fábricas.

O novo plano prevê mais 50 mil cortes até 2030, que se somam aos 50 mil já acordados anteriormente.  O total chega a cerca de 100 mil postos.

100 mil empregos podem ser cortados

A produção também vai encolher

A Volkswagen pretende reduzir a capacidade produtiva para 9 milhões de veículos por ano, ante uma meta anterior de 12 milhões.  A Europa tem mais de 500 mil unidades de capacidade excedente.

Metade dos modelos pode desaparecer

A empresa pretende reduzir sua linha de veículos em cerca de 50% e diminuir a complexidade dos produtos em 75% até 2035, concentrando-se nos modelos de maior volume.

A margem precisa mais que dobrar

A Volkswagen quer elevar sua margem operacional de 3,8% no 1º semestre de 2026 para 9% até 2030 Para isso, prevê cortes de custos e aumento de produtividade.

O maior desafio está na China

A concorrência de fabricantes chineses, as tarifas dos EUA e os custos elevados pressionaram as margens da Volkswagen.  O plano prevê ainda € 135 bilhões em investimentos entre 2027 e 2031.

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