Enquanto o Vaticano se prepara para a reunião secreta dos cardeais que escolherão o sucessor do papa Francisco, esqueça — até certo ponto — o que o filme “Conclave” te ensinou.
O filme, que ganhou um Oscar em março de melhor roteiro adaptado, é uma representação fiel em termos de figurino e encenação, mas os esquemas flagrantes e a reviravolta final da trama são demais, dizem especialistas.
A palavra “conclave” vem do latim “cum clave” (com uma chave), referindo-se à prática medieval de trancar os cardeais em uma sala até que eles tomassem uma decisão sobre um novo papa. Essencialmente, ainda é assim que funciona hoje.
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Os cardeais reunidos dentro da Capela Sistina são proibidos de se comunicar com o mundo exterior — sem telefones, televisão ou Internet — e devem manter silêncio sobre a eleição depois. Mas detalhes, inevitavelmente, acabam passando.
O próprio Francisco, em um livro de entrevistas publicado no ano passado, quebrou a regra de confidencialidade e admitiu que houve algumas maquinações.
O conclave dos chamados “Príncipes da Igreja”, que elegerá um novo papa, deve começar em algum momento entre 6 e 11 de maio.Ele se seguirá ao funeral de Francisco no sábado e a consultas mais amplas entre os cardeais, conhecidas como congregações gerais.
Saiba mais sobre o mistério do Conclave na matéria do InfoMoney.