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Tesouro Direto, poupança ou CDB? Descobra qual a melhor aplicação para o curto prazo

O consultor em finanças e professor Alan Ghani tira dúvidas dos leitores no programa "Tesouro Direto com Ganhos Turbinados",

SÃO PAULO - O consultor em finanças e professor Alan Ghani mostra, no programa “Tesouro Direto com Ganhos Turbinados”, como escolher a melhor opção para investimentos de curto prazo. Descubra a melhor escolha entre CDB com liquidez diária, poupança ou título do Tesouro Direto atrelado a Selic.

Ghani também responde perguntas de leitores enviadas via Facebook e via e-mail (duvidaimtv@infomoney.com.br). O especialista ainda aprofunda suas explicações sobre ganhos turbinados no Tesouro Direto em seu curso online.     

O programa “Tesouro Direto com Ganhos Turbinados” vai ao ar todas as quintas-feiras, ao vivo, a partir das 14h (horário de Brasília), com apresentação de Weruska Goeking, jornalista do InfoMoney.

Veja os tipos de títulos do Tesouro Direto existentes atualmente:

Tesouro Prefixado (LTN): o investidor sabe exatamente quanto receberá no momento da compra, recebendo todo o valor após a data de vencimento, independente das mudanças de cenário para os investimentos. A rentabilidade pode ser diferente dependendo do prazo para aplicação – quanto mais longo, normalmente maior é a taxa.

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F): o investidor também sabe exatamente quanto receberá no momento da compra, mas o fluxo de pagamento é diferente: nesse título público, o investidor recebe pagamentos a cada seis meses, que funcionam como uma antecipação da rentabilidade contratada.

Tesouro Selic (LFT): esse é um título público em que o rendimento é totalmente atrelado à taxa Selic, o que normalmente é indicado para investidores de perfil mais conservador. Essa taxa tem a sua meta definida pelo Banco Central, em um período próximo a cada 40 dias, e que hoje está em 8,25% ao ano. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento.

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal): a rentabilidade desse título público é dividida em duas partes: uma parcela prefixada e outra parcela atrelada ao IPCA, o índice oficial de inflação usado pelo Governo. Essa composição garante que o investidor sempre terá um retorno acima da inflação, e por isso costuma ser indicado para aplicações de longo prazo. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento. 

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B): Semelhante ao IPCA+, a rentabilidade também é dividida entre uma taxa prefixada e a variação do IPCA, mas com a diferença de que o Tesouro Nacional realiza pagamentos semestrais, para quem busca complementar a renda com os títulos públicos.

 

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