Investidor precisa conhecer novos produtos, diz gestor de fortunas

De acordo com Renato Roizenblit, gestor de Wealth Management da SLW, estudar o mercado de aplicações e ter um gestor para auxiliar são pontos fundamentais
Por Gabriella D'Andréa  
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SÃO PAULO - Com as mudanças que vem ocorrendo em âmbito nacional e mundial é preciso buscar informações e analisar os produtos financeiros disponíveis no mercado. A opinião é do gestor de Wealth Management da SLW Corretora, Renato Roizenblit.

“Hoje, o cenário mudou. Mesmo ainda entre os países com as maiores taxas de juros nominais do mundo, a taxa de juros básica da economia está abaixo de dois dígitos, o que afeta diretamente a rentabilidade e o cenário de investimento. Isso significa que, para ter o mesmo rendimento que há cerca de dois, três, cinco ou 10 anos, o investidor precisa ter ativos diferentes em sua carteira”, defende Roizenblit.

Ele lembra que o cenário de juros no Brasil sempre foi um atrativo para os que procuravam boa rentabilidade e segurança, fazendo com que muitos investidores se acomodassem com retornos satisfatórios em aplicações bastante conservadoras, o que já não é mais possível.

 Como escolher um investimento
Para evitar erros na esruturação do portfólio neste cenário mais complexo, uma das alternativas é procurar por profissionais especializados na gestão de recursos e no planejamento financeiro. Através de análises diárias e conhecimento prévio, um gestor é capaz de avaliar a aplicação que melhor se encaixa no perfil de quem o contrata.

Mas antes de escolher, é importante ficar atento a alguns pontos, como checar o histórico do gestor, onde ele estudou e quais certificações possui. Assim como um recrutador analisa o currículo do entrevistado, o investidor deve procurar o máximo de informações sobre quem estará cuidando de suas aplicações. 

“Uma carteira de investimento tem que ser feita sob medida e ser constantemente avaliada sob diversos aspectos. E ter um profissional certificado, qualificado, à disposição para orientar, explicar e auxiliar na composição do portfólio pode fazer uma grande diferença para o investidor”, conclui Roizenblit.

 

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