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Vale a pena comprar Usiminas depois da alta de 20% em 2018?

Thiago Salomão, editor-chefe do InfoMoney e analista responsável pela Carteira Recomendada InfoMoney, conta se dá tempo de surfar a onda otimista do começo do mês

SÃO PAULO - A Usiminas nunca foi um “caso de amor” para investidores de longo prazo em ações, contou Thiago Salomão, editor-chefe do InfoMoney e analista responsável pela Carteira Recomendada InfoMoney, no início do mês, ao divulgar seu portfólio.

Além da economia não ajudar o setor siderúrgico, a empresa sofreu um bom tempo com uma dívida altíssima, problemas entre os controladores e resultados operacionais preocupantes. Essas características mantiveram muitos investidores longe da ação. 

Contudo, em 2017 a economia voltou a mostrar reação (principalmente em pontos como formação bruta de capital fixo, item importante para que o crescimento da economia se sustente nos próximos trimestres), os preços do aço e do minério voltaram a subir, o endividamento vem sendo “empurrado com a barriga” e os resultados operacionais voltaram a aparecer. Esse cenário fez com que Salomão entrasse em 2018 com 6% de sua carteira alocadas nas ações da Usiminas (USIM5).

Onze pregões depois, a ação acumula alta de 20%, tendo alcançado seu pico de valorização na segunda-feira (15), com ganhos de 24%. Questionado no programa Bê-a-Bá da Bolsa sobre a possibilidade de investidores entrarem agora no papel, Salomão explicou que "o setor siderúrgico tem subido muito forte e dado correção em seguida", por isso, ainda vale a pena comprar o ativo após 20% de valorização no mês.

No entanto, ele recomenda cortar pela metade a participação na carteira em relação ao portfólio do início do mês, ou seja, apenas 3% do total. 

 Veja os comentários de Thiago Salomão, também é professor do curso "Como Montar uma Carteira de Ações Vencedora", sobre a ação em 23m10s no vídeo abaixo: 

 

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