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BTG inicia cobertura de ação da Movida e vê potencial de valorização de 65%

Banco vê companhia em "posição privilegiada" em relação aos concorrentes

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SÃO PAULO - A equipe de análise do BTG Pactual informou em relatório o início da cobertura da Movida, atribuindo recomendação de compra para as ações da companhia (MOVI3). Os analistas estimam valorização de 65% dos papéis em relação ao fechamento em 17 de março, com preço-alvo em 12 meses de R$ 14.

A recomendação é baseada no crescimento elevado apresentado pela empresa, apoiado nos bons fundamentos da indústria de aluguel e “posição privilegiada da Movida para continuar captando participação de mercado”. O BTG aponta ainda a melhoria da rentabilidade do capital da empresa, resultante da alavancagem operacional e da expansão recente.

“Esperamos que a Movida continue a ser um grande consolidador no setor brasileiro de locação de veículos”, afirma o BTG, que destaca a ainda baixa participação da empresa no setor. Enquanto as quatro principais companhias dos Estados representam 95% da receita do setor, as três principais empresas no Brasil respondem por apenas 30%. A estimativa é que a Movida tenha apenas 7% do total.

Com espaço para crescer, o BTG avalia que a Movida tem diferenciais importantes ante às empresas de menor participação, como a escala de aquisições, que permite descontos maiores na compra de automóveis e redução nos custos de manutenção, e o amplo alcance nacional da companhia.

A eficiência operacional, a estratégia de revenda e balanços sólidos também são diferenciais que representam potencial de crescimento para a empresa e justificam a recomendação de compra, segundo o BTG. Diante disso, o banco prevê que o lucro da companhia cresça a uma taxa média anual de 43% entre 2016 e 2019

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(Shutterstock)

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