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Você sabe definir cliente interno e externo?

A relação ente ambos muitas vezes nem é percebida pelos funcionários de uma empresa, embora o bom desempenho neste caso faça a diferença

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SÃO PAULO - Sabe-se que a qualidade de atendimento ao cliente é um dos pontos fundamentais para o bom desempenho de uma empresa. Entretanto, é preciso compreender que existem dois tipos distintos de clientes: interno e externo.

Embora este relacionamento deva fazer parte do cotidiano das micro, pequenas, médias e grandes corporações, muitos funcionários desconhecem ou mesmo deixam de valorizar esta convivência.

Seu cliente interno pode estar no departamento ao lado
A relação fornecedor-cliente interno existe em qualquer empresa. Você, sem saber, assume muitas vezes estas posições em seu trabalho.

Um exemplo prático: caso você trabalhe na área de sistemas, terá como clientes internos todos os outros departamentos da empresa, para os quais você presta serviços.

Ou seja, sempre que é chamado para dar suporte a um usuário de computador de outro departamento, está prestando serviço aos seus clientes internos.

Outro exemplo: quando lhe solicitam a instalação de um novo programa para o setor de contas a pagar, para maior agilidade e precisão das informações utilizadas, aí está seu cliente interno de novo.

É preciso valorizar esta relação
Por isso, é necessário ter em mente a importância de cumprir prazos e valorizar as necessidades de cada um. Mais ainda: é fundamental o entendimento de que esta relação geralmente se inverte, ou seja, você pode ser o fornecedor hoje e o cliente amanhã.

Caso você precise adquirir algum equipamento, peça ou mesmo contratar um serviço de manutenção mais específico, você deverá efetuar uma solicitação ao departamento de compras, certo? Pois bem, neste momento você é cliente!

Respeito ao cliente interno pode fazer a diferença
Por este motivo, é preciso que cada funcionário tenha consciência da importância do cumprimento dos prazos e prioridades dos seus clientes internos. Trata-se de uma relação em cadeia: se algum departamento age com ineficiência, isso se refletirá nos demais, principalmente se a empresa for pequena.

Neste caso, geralmente estamos falando de pessoas que respondem por múltiplas funções, constituindo, sozinhas, as atividades que departamentos desempenham nas grandes corporações.

É o caso da área administrativa de uma pequena empresa, que engloba geralmente as atividades financeiras, de recursos humanos e compras, por exemplo. Mais do que nunca, a cooperação deve ser a palavra de ordem em todas as situações.

Cliente externo do outro lado da corrente
Quando falamos de cliente externo, listamos aí aqueles para os quais a empresa presta serviços e recebe por isso. Deve-se incluir, neste caso, os parceiros, ou seja: aqueles que recebem algum tipo de serviço da empresa e fornecem algo em troca.

Deve-se entender que o relacionamento com o cliente externo é conseqüência da integração entre clientes internos. Em resumo: se os departamentos, ou funcionários, da empresa não se entenderem e não tiverem cooperação entre si, do outro lado desta corrente o cliente final receberá um serviço de má qualidade.

Entenda o processo: a equipe comercial vende um produto da empresa, um pouco diferente do que é geralmente produzido. Esta diferenciação foi o ponto decisivo para que o negócio fosse fechado.

O prazo para entrega do produto foi estabelecido em 30 dias. A equipe comercial solicita então, à área responsável pela produção, a entrega do produto em determinado tempo, descrevendo as características do que foi vendido.

Para realizar tal tarefa, a equipe de produção precisa de novos equipamentos e matéria-prima diferenciada, e faz a solicitação ao departamento responsável. Por aí, percebe-se o quanto o trabalho de uma equipe depende do outro. São clientes e fornecedores que se relacionam diariamente, mas que muitas vezes se esquecem disso.

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