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Sombra de Huck a Alckmin, Lula "irregistrável" e Previdência adiada: a análise política da semana

O programa Conexão Brasília é transmitido às sextas-feiras, a partir das 14h45, ao vivo; acompanhe

SÃO PAULO - Na semana que marcou efetivamente o retorno das atividades no mundo político, o governo tentou apresentar modificações no texto da reforma da Previdência, mas não alterou as expectativas majoritárias do mercado, que acredita que nada será aprovado antes das eleições. À medida em que o calendário eleitoral se aproxima, crescem as especulações sobre as possíveis candidaturas e estratégias dos partidos.

Nos últimos dias, o nome de Luciano Huck voltou à bolsa de apostas a despeito das negativas do apresentador de TV. Patrocinado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ele faz sombra na candidatura de Geraldo Alckmin, que tem dificuldades para avançar nas pesquisas de intenção de voto.

Do lado da esquerda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou sua defesa com a figura de Sepúlveda Pertence, ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Os advogados do líder petista lutam contra o tempo em busca de um habeas corpus preventivo, enquanto o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) se aproxima da etapa final de seu julgamento após a divulgação de acórdão da decisão unânime por 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

No plano eleitoral, o ministro Luiz Fux assumiu o comando do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e já deu recados ao petista e qualquer outro candidato condenado em segunda instância: fichas-suja são "irregistráveis" e poderão ter menos espaço para recursos e liminares com a atual gestão.

Para analisar estas e outras notícias que marcaram a semana na política nacional, o programa Conexão Brasília desta sexta-feira (9) recebeu o cientista político Rodrigo Prando, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Acompanhe a íntegra da entrevista:

 

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