Em mercados

Desigualdade que preocupa é a dos privilégios, que deixa os políticos mais ricos, diz economista

"Praticamente o mundo todo se moveu na direção de menos impostos, mais privatizações, negócios mais livres e o Brasil fez muito pouco disso", diz o economista

SÃO PAULO - Para comentar o atual cenário econômico global e como o Brasil se encaixa em meio às outras potencias, o UM BRASIL, parceiro de conteúdo do InfoMoney, entrevista o diretor do O'Neil Center for Global Markets and Freedom, Robert Lawson.

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Responsável pela elaboração do principal índice de liberdade econômica – o World Economic Freedom Index do Fraser Institute –, o economista fala sobre a posição do Brasil e outros países de destaque no ranking. "Praticamente o mundo todo se moveu na direção de menos impostos, mais privatizações, negócios mais livres e o Brasil fez muito pouco disso", diz o economista.

Além disso, Lawson discute a relação entre a falta de liberdade econômica e a desigualdade, a incidência das crises financeiras e as principais reformas em favor de economias mais livres. "Liberdade econômica é a liberdade de gerir a sua vida econômica sem a interferência de outras pessoas", afirma.

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