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Mark Zuckerberg estuda utilizar tecnologia por trás do Bitcoin para "descentralizar" o Facebook

"Estou interessado em aprofundar e estudar os aspectos positivos e negativos dessas tecnologias e a melhor maneira de usá-las em nossos serviços", afirmou o CEO do Facebook

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(Robert Galbraith/Reuters)

SÃO PAULO - No seu já tradicional discurso de metas para o Ano Novo, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou que pretende estudar ainda mais o mundo das criptomoedas em 2018 e não descarta utilizar as tecnologias de descentralização, como no caso do Blockchain, que estão por trás do funcionamento das moedas digitais.

"Existem contra-tendências importantes para isso -- como a criptografia e a criptomoeda -- que tomam o poder dos sistemas centralizados e o colocam de volta nas mãos das pessoas. Mas eles vêm com o risco de serem mais difíceis de controlar. Estou interessado em aprofundar e estudar os aspectos positivos e negativos dessas tecnologias e a melhor maneira de usá-las em nossos serviços", afirmou Zuckerberg, que pretende utilizar a tecnologia para tentar corrigir problemas na rede social como a proliferação de discursos de ódio.

Assim como Zuckerberg, os presidentes dos principais Bancos Centrais do mundo já manifestaram interesse em utilizar o Blockchain. No final do ano passado, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou que a tecnologia por trás do Bitcoin é "revolucionária" e tem um futuro brilhante dentro dos bancos centrais pela capacidade de armazenar transações.

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