SÃO PAULO - Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 4,2 milhões de barris, ou 1,2% no período entre 23 e 27 de janeiro, chegando ao patamar de 338,9 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina aumentaram em 3 milhões de barris, ou 1,3%, para 230,1 milhões de barris.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (1) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 81,8% de sua capacidade operacional total, frente aos 82,2% observados na última semana.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 27/01/2012 | Semana até 20/01/2012 | Variação |
|---|
| Óleo Bruto | 338,9 | 334,8 | +1,2% |
| Gasolina | 230,1 | 227,1 | +1,3% |
| Derivados | 167,8 | 165,7 | +1,3% |
| Óleo para calefação | 30,8 | 32,1 | -3,9% |
| Em milhões de barris | Semana até 27/01/2012 | Semana até 28/01/2011 | Variação |
|---|
| Óleo Bruto | 338,9 | 343,2 | -1,2% |
| Gasolina | 230,1 | 236,2 | -2,6% |
| Derivados | 167,8 | 167,7 | - |
| Óleo para calefação | 30,8 | 39,2 | -21,3% |
Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 112,66 no pregão desta quarta-feira, alta de 1,42% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho positivo no dia, o petróleo acumula alta de 1,42% neste mês de fevereiro. Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 4,38%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 107,93 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em março de 2012, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 99,12 por barril, configurando uma alta de 0,53% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que - outras variáveis à parte - um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.