Em imoveis

Preço dos imóveis subiu apenas 0,11% em 12 meses; perda real foi de 8,2%

Todas as 20 cidades brasileiras que o Índice analisa tiveram variação inferior à inflação estimada nos últimos doze meses

SÃO PAULO – O preço dos imóveis brasileiros continua estagnado: entre os meses de abril e maio, a variação foi de apenas 0,07%, segundo o Índice FipeZap, mesmo valor registrado entre os meses de março e abril. 

Salvador, Porto Alegre, Curitiba e Vitória foram as únicas cidades em que o aumento dos preços superou a inflação esperada do IPCA. Das vinte cidades analisadas, apenas cinco (Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Florianópolis e Goiânia) apresentaram variação negativa.

No acumulado dos últimos doze meses, o Índice apresentou elevação de 0,11%, a menor variação da série história de comparação anual. Levando em conta a inflação esperada para o período, de 9,06%, o preço médio do m² teve queda real de 8,21%. Todas as 20 cidades brasileiras que o Índice analisa tiveram variação inferior à inflação estimada nos últimos doze meses. Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Niterói e Distrito Federal foram as que apresentaram queda nominal.

Rio de Janeiro continua sendo a cidade com o m² mais caro do país, de R$ 10.282, seguida por São Paulo (R$ 8.633), ao passo que Contagem (R$ 3.525) e Goiânia (R$ 4.245) são as mais baratas. A média de preço das vinte cidades é de R$ 7.639.

São Paulo
O bairro mais caro de São Paulo continua sendo o Jardim Paulistano, cujo preço médio é de R$ 15.931. Vila Nova Conceição (15.546) e Jardim Europa (R$ 15.263) vêm em seguida.

Por outro lado, os bairros do Itaim Paulista (R$ 3.675) e Cidade Tiradentes (R$ 2.641) são os mais baratos.

prédios São Paulo - imóveis
(Thinkstock)

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