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Estudo mostra quantos Fundos Imobiliários são necessários para uma carteira "ideal"

Diversificação é a chave para ganhar dinheiro com fundos imobiliários  

SÃO PAULO – Um estudo detalhado sobre o mercado de fundos imobiliários no Brasil descobriu que o fator realmente relevante para garantir boa dose de risco é a quantidade de ativos na carteira. Tendo isso em vista, os cálculos de especialistas mostram dois números de fundos que iniciam "estabilidade" no risco: entre 7 e 13 fundos - este seria, portanto, intervalo mínimo ideal para otimizar uma carteira: a escolha final depende do perfil do investidor. 

Para conversar sobre essa pesquisa, o programa Fundos Imobiliários da InfoMoney TV recebeu nesta sexta-feira (19) dois acadêmicos renomados na área: Prof. Dr. Ricardo Goulart Serra, da FECAP e Prof. Dr. Luiz Paulo Lopes Fávero, da FEA-USP.

Apresentado pelo professor do InfoMoney Educação Arthur Vieira de Moraes, o programa analisará outros dois materiais acadêmicos. Um deles compara risco-retorno do IFIX com outros índices representativos do mercado acionário e o outro demonstra a importância dos fundos imobiliários como diversificação em uma carteira que também contenha ações.

No primeiro estudo, foi descoberto que o Índice de Fundos Imobiliários IFIX apresenta risco consideravelmente mais baixo que o Ibovespa e outros índices. Esmiuçando a análise, porém, nota-se também que o retorno acabou sendo mais modesto: quando a bolsa sobe, ela sobe mais que os fundos imobiliários. 

Já o segundo comprovou que o investidor em ações deve considerar a inclusão de FIIs em sua carteira para obter, além de risco reduzido intra-classe, também uma redução adicional de risco diversificável extra-classe (FIIs e ações, objeto de estudo deste artigo).

O programa vai ao ar ao vivo na InfoMoneyTV a partir das 15h45. Confira no player acima.

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