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Shoppings devem desaparecer nos EUA, mas Brasil vê recuperação

Shoppings centers tiveram problemas graves na recessão, mas começam a sinalizar recuperação

SÃO PAULO – Muito se fala nos Estados Unidos da iminente possibilidade de morte do varejo tradicional, inclusive dos shoppings centers. Novos hábitos de consumo e a facilidade do e-commerce facilitam uma migração para o digital, o que se soma à inversão de prioridades da Geração Y (que localmente tem preferido gastar com experiências do que com produtos, segundo estudos). Para especialistas, por outro lado, o mercado brasileiro ainda está extremamente distante dessa realidade.

Durante a recessão, observou-se, no país, queda nas vendas e aumento na inadimplência dos lojistas de shopping, cenário alarmante para o mercado em questão e para os fundos imobiliários atrelados a esses ativos. Passado o momento mais turbulento da crise, todavia, especialistas observam movimento de recuperação, que se reflete em ambos os indicadores.

O programa Fundos Imobiliários desta sexta-feira (1) recebe o especialista Rodrigo Coelho, da Vinci Partners, para analisar essas sinalizações e comentar o presente e o futuro do mercado de shoppings. A entrevista mostra que não é à toa o fato de 2017 ser um ano-chave para os shoppings dentro do mercado de fundos imobiliários.

O fundo administrado por Rodrigo, que se diz "cautelosamente otimista" com o mercado de shoppings, tem investimento mínimo de R$ 100, o que significa que um investidor com essa quantia já pode ter investimento atrelado a diversos imóveis de alto padrão. É uma forma de investir em imóveis gastando menos e com maior segurança, justamente pela diversificação. 

Apresentado pelo professor do InfoMoney Educação Arthur Vieira de Moraes, o programa vai ao ar na InfoMoney todas as sextas-feiras, a partir das 15h40. Confira a entrevista completa no player acima.

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