Tesouro Direto

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Entenda por que mais de um milhão de brasileiros estão cadastrados no Tesouro Direto

Ativo mais seguro do Brasil, investimento permite mesclar estratégias para diferentes perfis

O Tesouro Direto é um dos investimentos preferidos dos brasileiros. Afinal, são mais de um milhão de investidores cadastrados. Esse número representa um crescimento expressivo na procura por títulos públicos, tendo em vista que entramos nessa década com uma quantidade próxima a 175 mil pessoas cadastradas. Mas, afinal, você sabe por que tanta gente procura esse tipo de investimento? A resposta vem pela combinação de uma série de fatores: segurança, simplicidade, rentabilidade, custo e liquidez.

Antes de mais nada, é importante entender que esse é considerado o ativo mais seguro do Brasil, ganhando até mesmo da Poupança. Isso porque ele é garantido pelo Tesouro Nacional para qualquer valor aplicado. Ou seja, quem vai pagar o investidor não é uma instituição financeira, mas o Governo. Essa é a única opção de investimento com essa segurança no mercado para pessoa física.

A segurança é acompanhada pela simplicidade. Com apenas R$ 30 é possível escolher um título público para comprar, enquanto outras modalidades de investimento, como fundos e CDBs, costumam exigir valores mais altos. No momento da compra, o investidor ainda pode escolher entre ativos pré-fixados, quando o valor que será pago na data de vencimento é conhecido, e pós-fixados, quando os resultados dependem de um indexador que pode flutuar ao longo do tempo, como juros e inflação.

Se os valores para começar a aplicar são baixos, podemos dizer o mesmo dos custos. A única taxa cobrada com certeza é a da BM&FBovespa, fixada em 0,3% ao ano. A instituição financeira também pode cobrar um valor por intermediar a operação, mas muitas delas já abrem mão dessa cobrança.

Também há a incidência do Imposto de Renda, cobrado na data de vencimento de acordo com a alíquota regressiva, assim como a maioria dos demais investimentos. Aqui há uma vantagem sobre os fundos, uma vez que o investidor que aplica por esta modalidade arca com o “come cotas”, um provisionamento cobrado semestralmente nos fundos que reduz o valor total aplicado, ou seja, diminui a rentabilidade ao longo do tempo.

Aliado a isso, o ativo tem liquidez diária. O investidor pode realizar vendas todos os dias, incluindo finais de semana. Mas atenção: ao vender antes do prazo de vencimento, o Tesouro Direto faz a recompra a preço de mercado, o que não garante aquela mesma rentabilidade contratada inicialmente. O valor a receber pode ser maior ou até mesmo menor do que o investido inicialmente, dependendo das condições de mercado no dia.

Essa variação nos preços tem uma relação inversamente proporcional com as taxas de juros de mercado. Ou seja, quando há um ajuste nas expectativas para uma taxa de juros mais baixa, o preço do título público que você pode vender no mercado sobe.

Isso foi o que aconteceu no ano passado. No período dos últimos 12 meses, o destaque ficou para o título Tesouro IPCA+ com vencimento em 2035, em que a rentabilidade supera a marca dos 50%. Caso a situação fosse oposta, o investidor ainda teria a opção de manter o título por mais tempo até garantir uma condição melhor de venda ou carregar até o vencimento, recebendo o valor exato acordado no momento da compra.

Esses são alguns dos fatores que levaram a um grande aumento na base de investidores nos últimos anos. Somente em 2016, o crescimento na base de investidores cadastrados foi acima de 70%, passando de 624 mil para 1,1 milhão, segundo os números mais atualizados, divulgados até novembro.

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