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Seguro de vida que forma reserva financeira: como funciona o seguro resgatável

Produto oferece possibilidade adicional de proteção para os segurados, mas não deve ser confundido com investimento ou previdência privada

O mercado de seguro de vida tem passado por transformações importantes nos últimos anos. Principalmente com o crescimento das seguradoras independentes, produtos mais sofisticados começaram a ganhar destaque. Nesse contexto, um dos que mais tem chamado atenção é o seguro de vida resgatável. Diferente do seguro de vida tradicional, esse produto forma uma reserva financeira que pode ser acessada pelo segurado depois de alguns anos, caso o seguro seja cancelado.

Essa versatilidade do produto possibilita a alteração do seguro para recebimento de uma parte dessa reserva financeira, chamada valor de resgate. Normalmente, a solicitação do valor de resgate está relacionada a uma situação emergencial, pois, ao solicitá-lo, o valor a ser pago aos beneficiários em caso de morte do segurado (capital segurado) é reduzido, podendo inclusive significar o cancelamento do seguro caso o resgate seja integral.

A modalidade é relativamente nova no Brasil, então ainda há muitas dúvidas. Por isso, selecionamos a seguir algumas das principais perguntas sobre o assunto, esclarecendo tudo o que você precisa saber se estiver interessado em contratar um seguro de vida resgatável. Confira:

Previdência e seguro resgatável competem entre si? Essa é uma pergunta bastante comum, já que ambos são produtos de longo prazo; no entanto, as semelhanças terminam por aí. Seguro de vida e previdência são produtos complementares, que trabalham juntos para garantir proteção financeira, mas em situações distintas. A previdência privada tem como objetivo garantir uma renda na aposentadoria, enquanto o seguro de vida proporciona tranquilidade financeira ao indenizar o próprio segurado na eventualidade de ele sofrer uma invalidez acidental ou ter uma doença diagnosticada ou, ainda, os beneficiários em caso de morte do segurado.

Há também outra diferença importante: na previdência, a renda a ser paga na aposentadoria depende do valor que foi acumulado, enquanto no seguro de vida a proteção é total, ou seja, consiste em todo o capital segurado contratado desde o pagamento da primeira parcela. Por isso, seguros de vida não devem ser contratados com o objetivo de acumular capital, dado que o foco central do produto é a proteção.

O que é valor de resgate? Quando se trata de seguro de vida resgatável, é importante entender sobre a formação dessa reserva financeira. A percepção de que o dinheiro a ser resgatado seria a devolução dos prêmios pagos, ou uma parte do capital segurado, é um entendimento equivocado.

Cada cliente possui um perfil de risco diferente, e a seguradora deve estar preparada para pagar indenizações para todos eles. Para viabilizar o pagamento dessas indenizações, ela estabelece uma reserva financeira para cada contrato de acordo com a sua carteira de clientes, considerando informações como idade, sexo, probabilidade de morte de cada segurado e juros.

Quanto mais tempo, maior o valor da reserva? Justamente porque o seguro de vida não tem como objetivo acumular capital e pelo fato de a reserva criada pela seguradora não ser uma “conta de depósito de prêmios”, existe a possibilidade de o valor resgatado ser inferior ao montante pago pelo segurado.

Normalmente, o valor de resgate começa a ser formado após um prazo determinado na apólice. Em algumas seguradoras, o prazo estabelecido em contrato é de dois anos, começando a formar a reserva no 25º mês. Por se tratar de um produto de longo prazo, nos primeiros anos o segurado tem acesso a uma pequena parcela da reserva criada pela seguradora.

Quando o cliente decide acessar o valor de resgate disponível, isso significa automaticamente reduzir uma eventual indenização ou até mesmo o cancelamento da apólice, caso o segurado resgate todo o valor disponível.

Como funciona o pagamento? Nos seguros de vida resgatáveis, o valor a ser indenizado em caso de morte, invalidez, diagnóstico de doença e outros é estabelecido na contratação do seguro, independentemente de rentabilidade ou das taxas de juros vigentes no mercado. O resultado de uma aplicação de recursos em fundos de previdência, por exemplo, vem da rentabilidade obtida pela aplicação de juros compostos ou da variação do preço de um ativo.

Por que resgatar? Se o seguro de vida não é um investimento, então, por que resgatá-lo? Podem existir diferentes motivos para um segurado solicitar o valor de resgate integral ou parcial. Na sua maioria, essas situações estão relacionadas a uma dificuldade de pagamento,  à necessidade urgente de recursos ou até mesmo a uma situação em que o seguro não é mais necessário para os objetivos do cliente. É importante ter em mente que o resgate total leva automaticamente ao cancelamento da proteção.

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