SÃO PAULO - Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 3,6 milhões de barris, ou 1,1% no período entre 16 e 20 de janeiro, chegando ao patamar de 334,8 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina recuaram em 400 mil de barris, ou 0,2%, para 227,1 milhões de barris.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 82,2% de sua capacidade operacional total, frente aos 83,7% observados na última semana.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 20/01/2012 | Semana até 13/01/2011 | Variação |
|---|
| Óleo Bruto | 334,8 | 331,2 | +1,1% |
| Gasolina | 227,1 | 227,5 | -0,2% |
| Derivados | 165,7 | 165,2 | +0,3% |
| Óleo para calefação | 32,1 | 33,3 | -3,6% |
| Em milhões de barris | Semana até 20/01/2012 | Semana até 21/01/2011 | Variação |
|---|
| Óleo Bruto | 334,8 | 340,6 | -1,7% |
| Gasolina | 227,1 | 230,1 | -1,3% |
| Derivados | 165,7 | 163,0 | +1,7% |
| Óleo para calefação | 32,1 | 42,0 | -23,5% |
Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 109,32 no pregão desta quarta-feira, baixa de 0,50% em relação ao último fechamento.
Apesar do desempenho negativo no dia, o petróleo acumula alta de 1,29% neste mês de janeiro. Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 1,29%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 107,93 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em março de 2012, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 98,25 por barril, configurando uma baixa de 0,31% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que - outras variáveis à parte - um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.