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Projeto de lei quer proibir juiz de futebol de apitar jogos de seu time

Árbitros e auxiliares também não poderão ser do estado de qualquer uma das equipes da partida

Cartão vermelho
(Shutterstock)

SÃO PAULO - Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados quer impedir que juízes de futebol e auxiliares trabalhem jogos dos times para que torcem. A pena seria nulidade da partida.

Todos os profissionais deverão declarar por escrito seus clubes de preferência, para garantir a aplicabilidade, de acordo com o PL 9983/18, do deputado Capitão Augusto (PR-SP). O texto do projeto também veda a atuação de árbitros e auxiliares residentes ou naturais dos estados-sede de qualquer um dos times competidores em uma partida. 

“É comum que haja uma vinculação pessoal do árbitro ou do auxiliar com algum time do estado onde nasceu ou reside. Para que não se corra o risco de que uma preferência influencie na imparcialidade, é recomendável que o profissional não participe de competições que envolvam times de seu estado. De igual modo, é recomendável que o árbitro e o auxiliar declarem por escrito o time para o qual torcem”, argumenta Capitão Augusto.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões do Esporte; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. 

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